
Desde a época do finado Orkut ou mesmo dos extintos grupos da Microsoft existem grupos religiosos com milhares de pessoas. Mas que são como cegos guiando cegos. Não fazem estudos bíblicos e postam apenas coisas de senso comum e versículos bíblicos que metade das pessoas não entendem a grandeza e o significado.
A pergunta que fica é: os donos desses grupos serão responsabilizados como se fossem pastores infiéis? Em muitos casos sim. Porque possuem a capacidade de mandar mensagens para 1 milhão de pessoas e desperdiçam com frases sentimentais, “memes” (charges) vídeos com brincadeiras e coisas sem utilidade espiritual.
A nova moda são vídeos bíblicos feitos com inteligência artificial. Mas são mal feitos e causam muito estrago. Um desses vídeos mostra Eliseu orando para que Deus castigue meia dúzia de crianças por o terem chamado de careca. Mas o texto bíblico diz que a razão do castigo é que diziam “sobe careca” ou seja, zombavam que seu predecessor Elias tivesse sido arrebatado aos céus, não sendo portanto um mero bullying. Também a bíblia ensina que eram 42 crianças ou adolescentes. Ele estava portanto sendo perseguido por uma multidão. Um vídeo bem feito poderia ter mostrado a justiça de Deus mas o vídeo mal feito serviu para ateus e curiosos zombassem do Deus da Bíblia. Os criadores de conteúdo cristão que mexem com coisas sagradas de maneira mal feita também devem ser responsabilizados.

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