Terminei de ler: “TODOS ENVOLVIDOS NA MISSÃO: Um chamado para servir”, por Alejandro Bullón. Do qual, pincei do texto as seguintes citações:

  1. “Ao ver a dor de um mundo despedaçado, não podemos ficar de braços cruzados. É tempo de colher! Mas não pode haver colheita onde não se semeou nem se cultivou. As campanhas de evangelismo que realizamos são projetos maravilhosos de colheita. Mas como vamos colher se não semeamos? Por outro lado, o trabalho da semeadura deve ser realizado ‘conforme a vontade do Pai’ e não de qualquer maneira” (p. 11).
  2. “Por que a Bíblia e o Espírito de Profecia enfatizam tanto a participação de todos os crentes? Isso é vital para entendermos a missão da perspectiva divina. A razão não é que Deus precise de nós para terminar Sua obra. Somos nós que precisamos participar da missão a fim de crescer espiritualmente e nos preparar para o encontro com Jesus Cristo, quando Ele retornar” (p. 23).
  3. “A igreja primitiva entendeu corretamente a missão e enfatizou a participação individual de cada crente. Para os primeiros cristãos, a missão não era um trabalho só para líderes, mas de todos e de cada um. Cada cristão vivia empenhado em levar alguém para Cristo por amor a Jesus, e em crescer na experiência cristã. Eles sabiam que não existe crescimento sem testemunho. O testemunho pessoal não depende de ter ou não um dom. Deus distribuiu dons aos Seus filhos ‘para edificação do corpo de Cristo’ (Ef 4:11, 12). Mas o testemunho pessoal não é um dom. É uma necessidade espiritual tal como a oração ou o estudo diário da Bíblia” (p. 26).
  4. “Existe muita necessidade espiritual no mundo – gente que nasce e morre sem nunca ter ouvido as boas-novas do evangelho. Atualmente, há cerca de 20 milhões de adventistas em todo o mundo. Mas, se apenas dois milhões se transformassem em discípulos formadores de discípulos, em pouco tempo os sete bilhões de habitantes do planeta estariam evangelizados. O problema é que a maioria da igreja se limita a ser somente crente. Não são discípulos que formam discípulos. São meros espectadores de um programa sabático. Julgam e avaliam o programa, aprovando-o ou desaprovando-o. Contribuem com seus dízimos e ofertas, mas, infelizmente, não estão comprometidos com a missão. O problema não é de hoje. Já nos tempos de Cristo, Ele dizia que a seara era grande e os trabalhadores, poucos. Temos muitos membros, mas poucos discípulos. Você não acha que chegou a hora de mudar o rumo das coisas?” (p. 39).
  5. “Jesus cumpriu a missão ao vir a este mundo para habitar entre os seres humanos caídos. Ele não pregou Seu evangelho a partir do Céu, mas veio a este mundo sem medo de Se contaminar com o pecado. Desceu das alturas imaculadas, viveu neste mundo mas, mas não pecou. E nos disse que, assim como o Pai O havia enviado, Ele também nos envia” (p. 41).
  6. “Saímos levando uma doutrina seca, desprovida de amor, crendo que a missão é convencer as pessoas de que estão erradas. ‘Esta é a verdade’, dizemos a elas, e muitas vezes somos cruéis em nome da verdade. Ferimos sentimentos. Não respeitamos as convicções alheias. Parecemos um trator que arrasa tudo o que encontra à sua frente. Mas encontramos pedras enormes, dificuldades, obstáculos intransponíveis, e desanimamos, crendo que no tempo em que vivemos é muito difícil cumprir a missão” (p. 44).
  7. “Todos os seres humanos, não importa a raça, posição social, nacionalidade, religião ou filosofia, enfrentam dificuldades em algum momento. Podem ser problemas familiares, econômicos, sociais, profissionais, físicos ou simplesmente existenciais. Todos, sem exceção, em algum momento se sentem solitários, tristes, pesarosos e incapazes de encontrar saída para seu problema. Nessa hora, a tendência humana é buscar ajuda e abrir o coração. Geralmente o fazem com um amigo. Essa é a oportunidade de falar de Jesus para eles. É verdade que a maioria das pessoas não deseja mudar de religião, nem de igreja. Mas também é verdade que, na hora da dificuldade, todos procuram um amigo. E os discípulos de Cristo estão presentes para mostrar Cristo como a única verdadeira solução para os dramas humanos” (p. 57).
  8. “Um discípulo precisa conhecer bem a Palavra de Deus e nela confiar a fim de formar outros discípulos. Não se trata de um simples conhecimento teórico. Se possuo um diploma de doutor e passo a maior parte do meu tempo estudando os mistérios divinos e escrevendo sobre eles, mas não vivo as verdades bíblicas, nem formo outro discípulo para Cristo, não sou um discípulo. Posso ser um erudito, mas não um discípulo. Discípulo é aquele que conhece a Bíblia para aplicá-la à própria vida e para disciplinar outra pessoa […]. O alimento do cristão é a Palavra de Deus. O discípulo que tenta seguir a Jesus sem meditar na Bíblia todos os dias está condenado à morte espiritual. Assim como uma pessoa precisa alimentar-se fisicamente todos os dias para se manter saudável, ela também precisa se alimentar espiritualmente” (p. 69, 71).
  9. “Muitos cristãos conseguem orar, bem como estudar a Bíblia todos os dias. A dificuldade que a maioria encontra é a de levar pessoas aos pés de Jesus. Indivíduos sinceros e bem-intencionados, por mais que se esforcem, veem com frequência suas intenções frustradas e, depois de algumas iniciativas fracassadas, chegam à conclusão de que ‘não têm dom para isso’. Porém, a partir de uma perspectiva divina, orar, estudar a Bíblia e levar pessoas a Jesus não são dons, mas instrumentos chave de crescimento cristão. O uso desses instrumentos determinará o crescimento na graça de Deus” (p. 88).
  10. “Já chegou o tempo da colheita final. O mundo no qual vivemos está caindo aos pedaços. Há crise de credibilidade nas nações. Existe um medo universal que se apodera do coração humano. O próprio planeta geme como em dores de parto. A temperatura global aumenta, a natureza se desequilibra. Terremotos, furacões e outros fenômenos naturais semeiam o pânico por todas as partes. Chegou a hora de nos preparar para a colheita final. Mas não pode haver colheita onde não se semeou nem se cultivou. Essa é a missão de cada discípulo: sair e buscar pessoas para Cristo. Dizer a elas que Deus as ama e que não há mais tempo a perder. Ir ao lugar em que elas estão, com o instrumento do amor, e levá-las ao reino do amor. ‘Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim’ (Mt 24:46)” (p. 109) – Quer saber mais? Leia o livro! – Pr. Heber Toth Armí.

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