Terminei de ler “EL FIN ESTÁ CERTA: Una mirada a las profecías bíblicas”, editado por Jirí Moskala, S. Weury Ferreira e Joel Iparraguirre. Do qual, destaco o seguinte (tradução livre):

  1. “No presente, a maioria das igrejas protestantes mantém uma posição preterista [das profecias], enquanto os evangélicos conservadores mantêm uma posição futurista. No entanto, a interpretação historicista da profecia continua através dos ensinamentos e pregações dos adventistas, de algum modo nossa igreja está praticamente só como herdeira da interpretação da profecia bíblica por parte dos reformadores” (p. 7, William H. Shea).
  2. “Como adventistas do sétimo dia, somos membros da igreja remanescente de Deus. Contudo, esta identificação com a igreja remanescente não nos concede um status exclusivo perante Deus. A salvação não fica garantida pela permanência a nenhuma igreja, pois somos salvos individualmente, não como igreja. No entanto, ser parte da igreja remanescente de Deus significa que temos acesso ao dom especial de Deus, o conselho inspirado de Ellen G. White, e podemos participar em proclamar a mensagem de Deus para o tempo do fim. A origem profética do movimento adventista e a misericordiosa condução de Deus por meio do dom profético de Ellen G. White deveria tornar-nos mais conscientes da responsabilidade que temos ao ser a igreja remanescente, e deveria estimular-nos a finalizar a missão que Deus nos encomendou” (p. 21-22, Gerhard Pfandl).
  3. “O Santuário desempenha um papel crucial no plano da salvação. É a morada de Deus (Êx 25:8; Is 6:1-4; Ap 7:15), o guardião da Lei de Deus (Êx 31:18; 40:20; Hb 9:4; Ap 11:19) e o lugar onde a salvação é oferecida (Hb 4:14-16). Os adventistas do sétimo dia têm visto as mensagens dos três anjos de Apocalipse 14:6-12 como uma proclamação escatológica do tempo do fim que restaura o sistema doutrinária unificado pelo motivo do Santuário” (p. 34, Alberto R. Timm).
  4. “Se decidimos estudar a teologia adventista desde uma perspectiva mais ‘coral’ incluindo múltiplos temas, então poderíamos considerar Deus como o cento do desenvolvimento, o conflito cósmico como seu marco, o pacto eterno como seu fundamento, ao Santuário como seu elemento integrador, a mensagem dos três anjos como sua proclamação escatológica e ao remanescente como seu resultado missiológico” (p. 35-36, Alberto Timm).
  5. “João destaca [no Apocalipse] que a mensagem comissionada por Deus no fim dos tempos não é novo; nem é melhor. Simplesmente não mudou nunca. O evangelho sempre é válido, e ainda é relevante e transforma vidas. É a mesma mensagem que pregaram os patriarcas, os profetas, Jesus, os apóstolos e Paulo, embora agora com nova ênfase. São as boas novas sobre Deus, Seu caráter, o plano de salvação, o ‘não’ de Deus ao pecado e a erradicação do mal” (p. 40, Jirí Moskala).
  6. “Como Adventistas, mantemos que o juízo final consiste num processo que começa no Céu antes do advento de Cristo (Dn 7:9-10, 21-22, 26-27) e que chega a seu fim depois do milênio (Ap 20:11-12). Baseado na compreensão das profecias apocalípticas também identificamos o momento histórico em que esse juízo começou no Céu, isto é, em 1844 (Dn 7:25-26; 8:13-14; Ap 14:6-7). Esta convicção motiva a igreja a proclamar sua mensagem e a cumprir sua missão” (p. 48-49, Ángel Manuel Rodríguez).
  7. “Depois de que os Estados Unidos da América decretem uma lei dominical local, se decretará uma lei dominical mundial. E claro, para que isso aconteça, é necessário tratados internacionais e uma profunda crise moral, econômica e política. Isso permitirá estabelecer – o que muitos chamam – uma Nova Ordem Mundial e um líder máximo, a saber, o papado. Todas as nações, inclusive aquelas que não professam o cristianismo, estarão envolvidas e darão seu apoio à besta que sobe do mar. Esse apoio universal ao anticristo é descrito em Apocalipse 13:8, 12, 14; 17:2, 12, 18; 18:3, 9” (p. 88, Oscar S. Mendoza).
  8. “Diferentemente dos preteristas, futuristas e idealistas, os adventistas temos identificado historicamente à besta da terra como um símbolo dos Estados Unidos [da América]. O primeiro a fazer esta interpretação foi J. N. Andrews. O falso profeta tem sido interpretado como um símbolo da forma de protestantismo que existirá no tempo do fim; uma entidade religiosa unida ao poder civil (a imagem da besta). Esse protestantismo apóstata imporá por meio do poder civil uma observância religiosa: o domingo como dia de descanso, que honrará a instituição político-religiosa representada pela besta do mar: o papado” (p. 113, Hector A. Delgado).
  9. “O número 666 parece apontar para a rejeição humana final de adorar e reconhecer ao Criador e Seu sinal comemorativo: o sábado. A humanidade não só se nega a adorar ao Criador, mas também estabelece uma marca alternativa contrária ao sábado (o anti-sábado). Por isso, o Gênesis nos mostra estamos completos somente em nosso Criador, e o objetivo da Criação assinala que Deus está conosco e nós com Ele. Isso é o sábado. O sábado mostra que encontramos sentido e plenitude somente em nosso Deus Criador. O sábado além de si mesmo: aponta para Deus. A crise final não trata somente de obediência, mas também de uma revelação do caráter de Deus em comparação com o dragão e a besta” (p. 121, Anthony MacPherson).
  10. “Mediante suas obras magistrais, a idolatria e o espiritismo (descrito como o vinho de Babilônia), Satanás intentará neutralizar a verdade presente apresentando ao mundo um falso evangelho. Em meio a este conflito de adoração, a mensagem final que a igreja deve anunciar, a verdade presente, é um convite direto a voltar-se ao Criador e Sua baluarte verdade – aceitação e observância do sábado bíblico – e assim receber Seu selo de aprovação e proteção (Ap 7:1-3; 14:6-12; cf. Ez 9)” (p. 187-188, Allan Bornapé) – Quer saber mais? Leia o livro! – Pr. Heber Toth Armí.

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