Na carta “Nós nos lembramos, uma reflexão sobre o shoah” (Holocausto) de 1998, João Paulo II disse que as causas do antissemitismo na Europa era culpa do nacional-socialismo da Alemanha e suas idéias de raça ariana. Uma tentativa surpreendente de reescrever a história. Não mencionava a ajuda do Papa Pio IX (1846-1878) que chamava os judeus de “cães dos quais há muito em Roma, uivando e nos pertubando por toda parte”.

Também não mencionou a ajuda de Leão XIII (1878-1903) que descrevia os judeus de “teimosos, sujos, ladrões, mentirosos, ignorantes, pragas..uma invasão bárbara por uma raça inimiga”. Ou o clero católico da Polônia, muito bem representado por Josef Kruszynski que escreveu em 1920 que “se for para o mundo ser governado pelo flagelo judeu, será necessário exterminá-los, até o último deles”.

Em setembro de 2000, João Paulo II beatificou o Papa Pio IX (1846-1878), aquele que dizia que os judeus são como cães uivando em Roma.

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