“A principal função do banco do Vaticano era oferecer serviços bancários às ordens religiosas. Deveria ser impossível um leigo abrir uma conta no banco. Mas em maio de 1981 havia mais de 12 mil contas correntes. Só uma minoria delas obedecia ao estatuto do banco, as outras 9351 pertenciam a “cidadãos privilegiados”, incluindo membros das famílias mafiosas Gambino, Inzerillo e Spatola que usavam suas contas para lavar o dinheiro dos lucros de suas atividades ilegais de tráfico de drogas, sequestros e outras atividades do crime organizado. Os Cidadãos privilegiados também incluiam a família Corleone da Máfia”. Fonte: David Yallop. O Poder e a Glória página 138-139.


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