Quem decide as eleições são os doadores. São eles que escolhem os candidatos e quanto mais dinheiro colocam na campanha, maior é a chance de eleger quem eles querem.
Por exemplo: no Brasil de 230 milhões de pessoas há pessoas que ficam 30 anos na política sendo releitos indefinidamente como se fossem Reis. Alguns se tornam prefeitos, depois deputados estaduais, depois deputados federais e por fim senadores. Outros são “eleitos” para o cargo de Presidente por três vezes ficando no poder por 12 anos. São sempre os mesmos no poder como se não houvesse ninguém mais capacitado no meio de milhões de pessoas.
Em outras nações alguns Presidentes elegem filhos como Bush Pai e Bush Filho. Outros presidentes elegem esposas como Néstor Kirchner e Cristina Kirchner na Argentina. Nesse sentido são praticamente reinados pois muitos reis e rainhas ficaram no poder pelo mesmo tempo que essas famílias republicanas ou até menos!
Quando famílias ricas dividem o poder por gerações chamamos não de democracia mas de plutocracia. Mesmo nos Estados Unidos muitos presidentes frequentaram as mesmas faculdades, se conheciam por círculos de amizade ou família, ou eram participantes da mesma sociedade secreta. Portanto foram preparados para chegar ao poder e com dinheiro e influências chegaram lá. O povo foi chamado a votar mas tanto faz quem ganharia pois tanto o candidato A quanto o candidato B se conhecem previamente através desses círculos. Podemos chamar isso de teatro.

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