28 ALIMENTOS COM DERIVADOS SUÍNOS QUE VOCÊ PODE ESTAR CONSUMINDO SEM SABER (FINAL) – O estudo “THE HOT DOG REPORT” (Clear Labs), é simplesmente assustador, e nos mostra como a indústria alimentar é corrupta, enganosa e sem escrúpulos. O estudo encontrou DNA humano em 2% de todas as amostras vegetarianas analisadas, é mais provável que esse DNA encontrado seja oriundo de unhas quebradas e cabelos e mais raramente de acidentes como amputações de dedos ou esmagamento dos mesmos. Outra coisa chocante revelada foi que 3% dos cachorros quentes de frango ou peru, tinham apenas carne de porco, o que pode ser um problema para as pessoas que não consomem carne de porco por motivos religiosos ou ideológicos. Mas nenhum cachorro-quente com certificado Kosher (um certificado para judeus atestando que o alimento é livre de suínos e outros alimentos considerados impuros) continha carne suína. Pessoas que não comem carne de porco devem querer ficar longe de cachorros-quentes e salsichas, e com um “pé atrás” com aqueles vendidos como vegetarianos/veganos já que algumas dessas marcas podem misturar produtos de carne de porco ou usar os mesmos equipamentos onde são processadas a carne de porco, visto que o estudo revelou que 10% das amostras vegetarianas continham carne de frango ou de porco.
*Por Jackson Dias
Editor: Júlio César Prado
A maioria dos produtos vegetarianos tinham 2,5 vezes mais proteína do que diziam, mas isto parece não ser um problema. Das 21 fabricantes vegetarianas analisadas, 17 apresentaram problemas de higiene. Das 345 amostras analisadas, 10 amostras vegetarianas apresentaram carne de frango em sua composição; 09 amostras vegetarianas apresentaram carne de porco; 04 amostras vegetarianas apresentaram carne bovina; 03 amostras vegetarianas apresentaram carne de peru e 02 amostras vegetarianas apresentaram carne de cordeiro. Um relatório resumido pode ser encontrado no site “csmonitor”. O estudo da Clear Labs na época (2015), foi publicado em grandes jornais como o The New York Times mas no fim o estudo foi considerado sem evidências, com falhas metodológicas e até fraudulento por outras entidades. Finalmente o relatório original da Clear foi removido de sua página web. Teria sido ela comprada para remover o relatório e manter o silêncio ou foram as acusações de fraude que levaram a remoção do relatório?
COLÁGENO HIROLISADO, SUCOS E CHÁS (COMO NUTRICOSMÉTICOS)
– Tome colágeno é bom para as articulações, é bom para a pele… Provavelmente você já tenha ouvido este tipo de argumento, mas a verdade é que não precisamos comprar colágeno, não precisamos de pozinhos ou mesmo fórmulas mágicas para ter articulações fortes, pele jovem, bonita e saudável na grande maioria dos casos. Um bom aporte de vitamina C em nossas dietas (não entrarei nos aspectos bioquímicos) já é o suficiente para a formação do colágeno, ou seja uma dieta rica em frutas cítricas como kiwi, limão, laranja, abacaxi, morango, acerola entre outros é o suficiente. Outro alimento que estimula este processo de formação de colágeno é a aveia.
Mas afinal de onde vem o colágeno? As principais fontes de colágeno são pele e carne de porco, couro e ossos bovinos. Lembro-me de outro dia estar com uma conhecida em uma loja de produtos naturais, e ela me perguntar se colágeno fazia bem… levei ela até o local onde o colágeno a granel estava exposto para venda e pedi que ela lê-se o que lá estava escrito, “COLÁGENO HIDROLISADO – COMPOSTO DE GELATINA SUÍNA E BOVINA”. De fato não existe “colágeno” (no rigor da palavra) de origem vegetal, mas alguns produtos podem ser utilizados como substitutos na cozinha por apresentarem um aspecto semelhante ao da gelatina ao liberarem um gel quando em contato com a água quente, como é o caso do ágar-agar e da goma xantana.
COSMÉTICOS EM GERAL, CREME DENTAL E SABONETES
Por ser não-tóxico, não-irritante, sem cheiro e sabor, o glicerol (um subproduto de insumos animais, muitas vezes suínos) tem sido aplicado como emoliente e umectante em pastas de dente (veja a seção sobre medicamentos), cremes de pele, loções pós-barba, desodorantes, batons e maquiagens.
Nota: Existe também glicerol de origem vegetal, mas a maioria das embalagens não específica a sua origem.
MEDICAMENTOS E FORMULAÇÕES BUCAIS
Como já vimos anteriormente à gelatina é feita de proteína derivada do osso, cartilagem, tendões e outros tecidos animais, tal como a pele do porco. Os outros mais comumente agentes derivados de animal (inclusive suíno) são a insulina, a heparina e os agentes hemostáticos, tais como fatores sanguíneos da coagulação e agentes tópicos. A maioria dos produtos de cuidados da saúde bucal é licenciada somente como “cosméticos”, os quais são testados com menos rigor do que os produtos farmacêuticos, embora, eles deveriam, ainda assim, serem rotulados com todos os ingredientes ativos e não-ativos. Os dentifrícios (tudo aquilo que é usado com uma escova nos dentes) encaixam nessa categoria. Alguns produtos de cuidados da saúde bucal são licenciados como produtos farmacológicos e, por isso eles são rotulados com todos os ingredientes – ativos e não-ativos, e isso, na verdade, proporciona a oportunidade de evitar por causa de certas restrições religiosas e de grupos étnicos.
Alguns enxaguatórios bucais contêm corantes que podem ser derivados animais […], o qual pode surgir objeções por motivos religiosos. Alguns cremes dentais ou produtos de saúde bucal podem conter ‘glicerina’, sinteticamente manufaturada ou derivada de gordura animal (principalmente a suína) e isso não está incluído nos ingredientes. Tais produtos podem ser contra-indicados para uso por motivos religiosos ou culturais.
Algumas preparações de saliva artificial contêm mucina animal o qual pode ser inaceitável por motivos religiosos para alguns muçulmanos, hindus, judeus e rastafarianos. Os produtos contendo carboximetilcelulose podem, nesse caso, ser preferidos.
Os produtos […] (além dos supracitados) que podem conter derivados animais incluem alguns analgésicos, antimicrobianos, enxertos ósseos, corantes dentríficos, cápsulas de drogas (a maioria das drogas capsuladas são fabricadas com gelatina), materiais hemostáticos, emulsificadores, cremes dentais, ceras, supositórios, anestésicos, xaropes, emolientes para cremes e pomadas, antibióticos e anti-sépticos, o nome glicerol também pode estar presente em diversas formulações.
Felizmente atualmente algumas indústrias farmacêuticas já começaram a produzir medicamentos veganos.
· Jamais abandone uma medicação sem consulta prévia com o seu médico ou dentista, eles são os únicos profissionais habilitados para suspender ou trocar medicações. Caso você se enquadre em algum dos grupos citados que não ingerem carne e derivados suínos por “n” motivos discuta com seu médico ou dentista quais são os tratamentos alternativos frente a sua condição. Tenho certeza que ele lhe indicará o melhor caminho.
CONCLUSÃO
Inicialmente eu pensei em uma lista de 10 alimentos, mas a medida que eu ia pesquisando fui percebendo que essa lista ia aumentando cada vez mais, em certo momento desisti de contar e continuei simplesmente pesquisando, quanto mais pesquisava, mais indignado ficava, a lista parecia interminável… se de fato eu fosse colocar aqui tudo sobre esta temática o artigo ficaria demasiado extenso para leitura (e com certeza já está um pouco). Respondendo a uma pergunta que me fizeram nos comentários de que a indústria “não faz estas coisas e que tudo está bem especificado no rótulo“, só gostaria de lembrar que a indústria pode sim omitir ingredientes com a justificativa de “segredo industrial”, um exemplo bem claro disso está neste vídeo do portal de notícias Vista-se sobre a omissão de ingredientes nos produtos da marca “Miojo”, veja o vídeo AQUI. Creio que a informação principal já está abordada neste artigo. Caso tenha mais dúvidas não existe em me escrever (Foto: Divulgação).
*O autor, Jackson Dias, é biomédico com habilitação em naturopatia e nutricionista na Toxmed Diagnósticos. Ele ajuda pessoas a conquistarem um estilo de vida mais saudável e livre de doenças.
NOTA DO EDITOR: Um dos mais significativos preceitos transmitidos por Deus aos filhos de Israel proibia o uso do porco como alimento: “Também o porco, porque tem unhas fendidas, e o casco dividido, mas não rumina; este vos será imundo; da sua carne não comereis, nem tocareis no seu cadáver” (Levítico 11:7-9). A mesma advertência é repetida em Deuteronômio 14:8.
A carne de porco, se bem que um dos mais comuns artigos de alimentação é um dos mais prejudiciais. Deus não proibiu os hebreus de comerem carne de porco apenas para mostrar Sua autoridade, mas por não ser ela apropriada à alimentação do homem. Ao estabelecer princípios dietéticos para os israelitas, Deus tencionava que essas regras fossem uma fonte de perenal benefício para a humanidade.
A transmissão de algumas enfermidades, segundo tem sido comprovado por pesquisas médicas recentes, justifica plenamente a existência dessa lei antiga. Segundo as palavras de Sir Percival Wood, Moisés foi realmente o maior higienista que o mundo já teve. A maldição proferida sobre os que tocassem até mesmo a carcaça de um porco não era uma parte do ritual judaico, e, sim, uma medida de grande importância para a saúde. Tanto quanto eu saiba, essa maldição ainda recai sobre os que desprezam esse preceito de origem divina.
O profeta Malaquias diz que Deus não muda. O que Deus instituiu no Velho Testamento para os israelitas permanece em vigor até hoje (Malaquias 3:6). O apóstolo S. Pedro estava bem informado a respeito dos porcos ao dizer que a porca lavada torna a revolver-se no lamaçal (II Pedro 2:22). Cristo dava valor às questões referentes à preservação da saúde. Permitiu, portanto, que uma legião de demônios se apoderasse de uma manada de porcos, fazendo com que se afogassem no mar, pois do contrário seriam ingeridos como alimento, e isto havia sido rigorosamente proibido por Moisés em suas instruções sanitárias aos dois milhões e meio de hebreus que estava guiando sob a direção divina.
O Salvador dos homens declarou que Sua missão e objetivo era conceder à humanidade um programa superior. Eis Suas palavras: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (S. João 10:10). Foi Ele mesmo, quando ainda Se achava no Céu, que transmitiu aquelas instruções a Moisés, dentre as quais se achava a proibição do uso da carne de porco. Os que são portadores desses pequenos parasitas espalhados em seu corpo certamente não estão desfrutando a plenitude dessa vida mais abundante que poderiam desfrutar se atendessem às instruções divinas.

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