ESCRITORA AMERICANA PREVIU EM 1885 A UNIÃO ENTRE PROTESTANTISMO E CATOLICISMO NO FIM DOS TEMPOS – A obra de proclamação do Evangelho eterno, apresentando as três últimas mensagens de advertência, deverá ser concluída com grande poder. “Porque o Senhor executará a Sua palavra sobre a Terra, completando-a e abreviando-a” (Romanos 9:28).
*Publicado por Júlio César Prado


“Mostrou-se que os Estados Unidos”, relata em seu livro O Grande Conflito, a escritora norte-americana Ellen G. White, “são o poder representado pela besta de cornos semelhantes aos do cordeiro, e que está profecia se cumprirá quando aquela nação impuser a observância do domingo, que Roma alega ser um reconhecimento especial de sua supremacia. Mas nesta homenagem ao papado os Estados Unidos não estarão sós”.


Os Estados Unidos são hoje o maior poder no mundo, mas não estarão sozinhos na escolha e exaltação do papado. Apocalipse 17:12-13 deixa claro que os dez chifres darão o poder e a autoridade para o papa liderar o mundo, e Apocalipse 13:12 diz claramente que os Estados Unidos promoverão o papado a fim de que a Terra o adore. Os Estados Unidos não agem independentemente das forças ocultas, a elite governamental do mundo (a elite da maçonaria, da Order of Skull & Bones, do Illuminati e do Grupo). Existem poderes ocultos e sociedades secretas que são revestidos de tão grande poder no governo deste mundo que resisti-los resultaria em suicídio financeiro e político.


São forças ocultas que governam o mundo sem que ninguém perceba. “Satanás está pronto, ardendo em zelo para inspirar toda a confederação dos agentes satânicos, para fazer com que se unam com os homens malignos, e tragam sobre os crentes na verdade, sofrimento rápido e severo”, escreve Ellen White em sua obra, Testimonies, vol. 9, pág. 242. Democratas ou Republicanos, seja quem for que se assente na cadeira presidencial dos Estados Unidos, as forças ocultas da Irmandade Secreta têm o poder.
Segundo a profecia, são como reis, porém, sem nenhum trono visível. São revestidos de tamanha autoridade que influenciaram a extinção da antiga União Soviética, acabaram com a guerra fria e derrubaram o muro de Berlim.


Diante disso as igrejas que foram enganadas e se apostataram, que constituem a Babilônia espiritual, ficarão iradas e influenciarão o poder estadual a mover perseguição aos servos de Deus e impor a observância do sinal da besta por lei. “E o dragão irou-se contra a mulher (igreja), e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo” (Apocalipse 12:17).


“Num futuro não muito distante”, diz a escritora norte-americana Ellen G. White, “havemos de ver estas palavras cumpridas, quando as igrejas protestantes se aliarem com o mundo e o poder papal contra os que guardam os mandamentos de Deus. O mesmo espírito que atuou nos romanistas em épocas passadas, há de induzir os protestantes a adotarem as mesmas medidas contra os que se conservam leais à Lei de Deus”.


“A Igreja e o Estado estão agora fazendo preparativos para um futuro conflito. Como outrora os romanistas, os protestantes estão agindo dissimuladamente para exaltar o domingo. Por todo o País (Estados Unidos) a igreja papal está elevando seus gigantescos e maciços edifícios em cujos recessos se hão de repetir as cenas de perseguição de outros tempos. O caminho está sendo aparelhado em proporções vastas para a manifestação dos prodígios de mentira, mediante os quais Satanás pretende enganar, se for possível, até os escolhidos”.


“O mesmo espírito despótico que noutras eras tramou contra os fiéis há de tentar extirpar da face da Terra os que temem a Deus e obedecem à Sua Lei. Satanás há de excitar à indignação contra uma minoria que conscienciosamente se recusa a aceitar costumes e tradições populares… Por um decreto que visará impor uma instituição papal em contraposição à Lei de Deus, a nação americana (os Estados Unidos) se divorciará por completo dos princípios da justiça. Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma mão ao poder romano e outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo”, escreve Ellen White (Testemunhos, volume 5, págs. 449-451).


Essas predições, baseadas nas profecias bíblicas, foram feitas em 1885, pela escritora Ellen G. White, quando não havia a menor perspectiva de união entre protestantismo e catolicismo. Eram, então, esses dois sistemas religiosos, inimigos mortais um para o outro. Nos Estados Unidos, país essencialmente protestante, reinava plena liberdade religiosa. E quando se dizia que a nação americana, futuramente, havia de adotar medidas de intolerância religiosa, que o protestantismo havia de dar uma mão ao catolicismo e outra ao espiritismo, e que a igreja havia de unir-se com o Estado, declaravam-se estas predições como infundadas e absurdas. No entanto, hoje, como todos veem, está sendo rápida e seguramente preparado o caminho para a concretização dessas predições baseadas na Bíblia.


A profecia afirma que os Estados Unidos não só se aproximariam do Vaticano, mas também trabalhariam no sentido de honrar e fortalecer a influência papal no mundo. Os EUA dará suporte para que todos adorem a besta (Roma) que emerge do mar (Foto: Ilustração/Divulgação).
*Júlio César Prado é jornalista

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