A VENERAÇÃO DO PAPA FRANCISCO A NOSSA SENHORA DA TERNURA – Pontífice disse que reza todos os dias com um ícone da Virgem da Ternura
Publicado por Júlio César Prado

O Papa Francisco tem um pequeno ícone de Senhora da Ternura, de grande tradição dos ucranianos, que ele conserva “com uma veneração especial”. “Eu rezo com ele todos os dias”.
Assim afirmou o pontífice a seminaristas e sacerdotes do Pontifício Colégio Ucraniano de Roma, que foram recebidos em audiência por ocasião dos 85 anos da sua construção promovida pelo Papa Pio XI.
O Papa Francisco explicou que o ícone foi um presente do Arcebispo Maior da Igreja grego-católica ucraniana, “quando estávamos em Buenos Aires. Quando eu vim para Roma, pedi que me trouxessem”.
“Maria recebeu este título do povo russo, pela sua devoção a um ícone de Nossa Senhora, de origem grega, pintado por um artista anônimo do século XII. Em 1160 foi levado para a catedral da Assunção de Vladimir. Permaneceu, por muito tempo, na cidade de Vladimir; por este motivo leva o nome de ‘A Virgem de Vladimir’, ou ‘A Virgem da Ternura de Vladimir’. A tradição atribui a S. Lucas o ícone da Virgem de Vladimir. A contemplação deste ícone conduz-nos a uma experiência espiritual profunda. Leva-nos a seguir um movimento que parte dos olhos da Virgem em direção às suas mãos. Passa das mãos de Maria para a criança e da criança novamente para os olhos de Maria”.
“Os seus olhos olham para dentro e para fora ao mesmo tempo. Olham para dentro, para o coração de Deus e para fora, para o coração do mundo, revelando, assim, a unidade entre o Criador e a criação. Os seus olhos contemplam os espaços infinitos do coração, onde a alegria e a tristeza não são mais emoções contrastantes, mas transcendidas na unidade espiritual. O olhar de Maria é acentuado pelas estrelas que brilham na sua testa e nos seus ombros. As estrelas falam da presença divina que habita em Maria. Maria está completamente aberta ao Espírito, que a torna mais interiorizada e completamente atenta ao poder criador de Deus. Contemplando a Virgem de Vladimir, constatamos que ela nos olha com os mesmos olhos com que olha para Jesus”.
A adoração de ídolos e imagens, ensinados pela Igreja de Roma foi um costume herdado da religião pagã. Todas essas práticas foram e são proibidas por Deus na Sua Santa Lei (Êxodo 20), e não foram praticados na igreja cristã primitiva, no período de Éfeso (31 a 100) e Esmirna (100 a 313). Tudo isso começou no período da exaltação do cristianismo no período de Pérgamo e foi consolidado no período de Tiatira na supremacia papal.
Muitas cerimônias puramente pagãs em sua origem foram perpetuadas sob o manto da Igreja Romana. O sumo sacerdote da religião pagã era chamado Pontífice Máximo, e ele reivindicava o poder espiritual e temporal sobre todos os homens. O papa assumiu esse título, e fez a mesma reivindicação, inclusive foi vestido com a mesma indumentária.
Os pagãos vestiam escápulas, medalhas, e imagens para proteção pessoal. Os romanistas vestem essas mesmas coisas pelas mesmas razões.
Os pagãos, através de um processo oficial chamado deificação, elevavam os homens, após a morte, a uma posição deificada e de acordo com a tradição pagã eram conferidas a eles honras especiais e adoração. Os papas, através de um processo chamado canonização, exaltam homens e mulheres após a morte à posição de santos e então oferecem aos santos orações e adoração.
O papa pretende ser o vigário de Cristo na terra e suprema cabeça da igreja, como no caso do Papa Inocêncio, que se denominou o único diante de quem todos os joelhos, todas as coisas no céu e todas as coisas na terra, e debaixo da terra têm que se dobrar. Ele reivindica o poder sobre as almas de todos os homens na terra e mesmo sobre aqueles que já deixaram a terra.
Se tal arrogância não for uma blasfêmia contra Deus e Sua igreja, então eu me sinto totalmente incapaz de imaginar que tipo de coisas cumpriria a profecia de Apocalipse 13:5. “E foi-lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias”.
Jezabel, que se diz profetiza, ensinou a igreja a se prostituir com a idolatria. A Igreja de Roma ensina que:
(1) O papa é o mediador;
(2) Que se pode confiar nas próprias obras para expiação do pecado;
(3) Longas peregrinações;
(4) Atos penitência;
(5) Adoração de relíquias;
(6) Construção de igrejas, de relicários e de altares;
(7) Pagamentos de grandes somas à igreja;
(8.) Generalizou-se a adoração de imagens;
(9) Acedem-se velas perante imagens e orações são feitas às imagens;
(10) O erro da imortalidade natural do homem e consciência na morte;
(11) Adoração da Virgem Maria;
(12) A heresia do tormento eterno;
(13) Doutrina das indulgências;
(14) Santificação do domingo;
(15) A implantação do idolátrico sacrifício da Missa.
A maioria do protestantismo pode se julgar bem separado e distante do papado, mas, se analisarem, perceberão que estão mantendo e defendendo com unhas e dentes as doutrinas que tiveram origem não na Palavra de Deus, e sim na tradição católica. Citamos alguns exemplos: a imortalidade da alma, a santificação do domingo, o natal no dia 25 de dezembro, a páscoa com seus ovos e coelhinhos, a autoridade da igreja acima da autoridade da Bíblia, o clero como sendo uma classe superior à dos leigos, o batismo por aspersão, a tendência de buscar no Estado o apoio para impor a religião e outros.
Em toda a história não há outro caráter que represente tão cabalmente o sistema papal, seu caráter, obras e culto, como a impura mulher de Acabe, Jezabel.
O papado, acima de tudo, tem-se caracterizado por suas relações com os reis e potestades da terra, fazendo o que lhes agrada para conservá-los sob sua direção e ensinar o povo de Deus a submeter-se e aceitar as formalidades mundanas como meios de se obter a vitória cristã. Jezabel foi uma perseguidora e matadora dos profetas e das testemunhas de Deus.
E o que mais distingue o papado é a severidade mostrada contra aqueles que se levantaram contra suas ímpias pretensões. O que mais distingue o papado são as torturas públicas e secretas, e matança dos santos que queriam seguir a Bíblia durante a Santa Inquisição (Foto: Divulgação).
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