Nos escritos do apóstolo Paulo encontramos que o escravo cristão deve ser fiel a seu Senhor.
Nos escritos da profeta Ellen White encontramos que deve se evitar casamentos entre etnias diferentes para evitar sofrimento e perseguição.
Por que nem Paulo nem Ellen White lutaram pelo fim da escravidão?
O que foi dito no princípio da igreja adventista é que o adventismo tem a missão de pregar algo grandioso: as 3 mensagens de Apocalipse 14 e não se envolver nas contendas das nações. A apóstolo Paulo pregou de forma semelhante quando disse que o escravo deve ser fiel a seu Senhor. Não era função de Paulo buscar a libertação dos escravos senão sua mensagem de Cristo não teria sido escutada. Não é função do cristão reformar as nações pois as escrituras garantem que elas não serão reformadas mas estão condenadas.
Os conselhos de Ellen White para o não casamento interracial são conselhos ligados a sociedade americana do século 19. O único argumento usado é que causaria sofrimento. Não é colocado que seria anti bíblico e nada disso. De fato causaria muito sofrimento. Nos Estados Unidos do século 19 um casal não poderia andar junto sem qualquer pessoa entender que o cônjuge devia ser a “empregada” ou o “cocheiro”. Os filhos então, nem se fala, o tanto que sofreriam!
Ao contrário dos mórmons, os IASD não fizeram pregação da questão racial. Os mórmons criaram doutrina sobre a questão racial dizendo que os negros eram espíritos castigados antes da encarnação! Os Adventistas nunca tiveram doutrina sobre questão racial.
Portanto que injusto e falso testemunho acusar os Adventistas do sétimo dia sobre qualquer questão racial. A posição Adventista foi a mesma dos cristãos do século 1. Não entrar nessas questões. O senhor cristão devia tratar bem o servo e o servo cristão o seu senhorio e somente. Não era função do apóstolo Paulo lutar pela libertação de escravos pois ele disse que isso seria um mau testemunho do escravo cristão perante seu Senhor. Que consequência a luta racial teria para o cristianismo? Enormes! Se tornaria uma religião de revolução e morte e não de santos aguardando a segunda vinda de seu Senhor!
O cristianismo não é uma religião de Revolução social e luta. Nem de manifestações, violência e morte. Não é possível vencer uma sociedade escravagista sem manifestação, violência e morte. Não era função do cristianismo lutar contra isso. No entanto o CRISTÃO VERDADEIRO LOGO VERIA que Deus não deseja a escravidão. E se houvessem muitos conversos a sociedade mudaria sem sangue sem violencia e sem manifestação. Mas a história provou que os cristãos sempre foram minoria mesmo nos chamados “países cristãos” e não tiveram força, pelo menos até o século 18 para derrubar graves injustiças sociais.

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