Pr. Heber Toth Armí.

Fonte: https://www.facebook.com/Livros-lidos-sublinhados-e-estudados-100158898154332/

Terminei de ler: “PROFETAS E REIS”, de Ellen G. White. Do qual destaco os seguintes parágrafos:

1. “Elevado ao pináculo da grandeza, cercado com dádivas da fortuna, Salomão sentiu-se aturdido, perdeu o equilíbrio, e caiu. Constantemente exaltado pelos homens do mundo, foi finalmente inábil para resistir à lisonja de que era alvo. A sabedoria que lhe fora confiada para que glorificasse o Doador, encheu-o de orgulho. Permitiu finalmente que os homens falassem de si como do mais digno de louvor pelo inigualável esplendor do edifício planejado e construído para honrar o ‘nome do Senhor Deus de Israel’. Assim foi que o templo de Jeová veio a ser conhecido através das nações como o ‘templo de Salomão’ […]. Mesmo até ao dia de hoje o templo que Salomão declarou: ‘Pelo Teu nome é chamada esta casa que edifiquei’ (II Crôn. 6:32), é mais frequentemente mencionado, não como o Templo de Jeová, mas como ‘templo de Salomão’. Não pode o homem mostrar maior fraqueza que permitir que se lhe atribua a honra por dons que são outorgados pelo Céu. O verdadeiro cristão fará com que Deus seja o primeiro, o último e o centro de tudo…” (p. 68-69).

2. “O povo ao qual Deus havia escolhido para ser luz para as nações ao redor estava-se desviando de Sua Fonte de força e procurando tornar-se como estas nações. Como foi com Salomão, assim foi com Roboão: a influência do mau exemplo levou muitos a se extraviarem. E como aconteceu com eles, assim sucede em maior ou menor grau com cada um que se entrega à prática do mal: a influência do erro praticado não se confina ao que o pratica. Ninguém vive para si. Ninguém perece sozinho em sua iniquidade. Cada vida é uma luz que ilumina e alegra o caminho dos outros, ou uma negra e desoladora influência que tende para o desespero e a ruína. Nós conduzimos outros ou para cima, ou para baixo, para a tristeza e a morte. E se por nossas obras fortalecemos ou pomos em atividade as faculdades más dos que estão ao nosso redor, compartilhamos de seu pecado” (p. 94).

3. “O ceticismo pode ameaçar os reclamos de lei de Deus com mofa, zombaria e negação. O espírito de mundanidade pode contaminar a muitos e controlar alguns […]. A falsa religião pode prevalecer, a iniquidade abundar, o amor de muitos esfriar, a cruz do Calvário pode ser perdida de vista, e as trevas, como um manto de morte, podem espalhar-se sobre o mundo; toda força da corrente popular pode ser carreada contra a verdade; trama após trama pode ser formada para aniquilar o povo de Deus; mas na hora de maior perigo, o Deus de Elias levantará instrumentalidades humanas para dar uma mensagem que não será silenciada…” (p. 186-187).

4. “Foi por causa de Seu amor pelo extraviado Israel que Deus permitiu aos sírios afligi-los. Foi por Sua compaixão para com aqueles cujo poder estava debilitado, que Ele despertou Jeú para exterminar a ímpia Jezabel e toda a casa de Acabe. Uma vez mais, através de misericordiosa providência, os sacerdotes de Baal e Astarote foram postos de lado, e seus altares pagãos subvertidos. Deus em Sua sabedoria previu que se a tentação fosse removida, alguns abandonariam o paganismo, e voltariam a face para o Céu; e foi por isto que Ele permitiu que calamidade após calamidade caísse sobre eles. Seus juízos foram temperados com misericórdia; e quando Seu propósito foi cumprido, Ele fez fluir a maré em favor dos que haviam aprendido a buscá-Lo” (p. 254-255).

5. “Nos dias de Isaías as faculdades espirituais da humanidade haviam sido entenebrecidas por uma errônea compreensão de Deus. Durante muito tempo Satanás procurava levar os homens a olhar o seu Criador como o autor do pecado, do sofrimento e morte. Os que ele havia assim enganado, tinham a Deus na conta de duro e exigente. Imaginavam-nO como atento para denunciar e condenar, maldisposto em receber o pecador enquanto houvesse uma escusa legal para não auxiliá-lo. A lei de amor pela qual o Céu é regido, havia sido falsamente apresentada pelo arquienganandor como uma restrição imposta à felicidade do homem, um pesado jugo do qual deviam sentir-se alegres por se verem livres […]. Não raro havia Deus Se revelado a eles como ‘um Deus cheio de compaixão, e piedoso, sofredor, e grande em benignidade e em verdade’. Salmo 86:15” (p. 311).

6. “A fé que fortaleceu Habacuque e todos os santos e justos naqueles dias de grande provação, é a mesma que sustém o povo de Deus hoje. Nas horas mais escuras, sob as mais proibitivas circunstâncias, o crente cristão pode suster sua alma sobre a fonte de toda luz e poder. Dia a dia, pela fé em Deus, sua esperança e ânimo podem ser renovados, ‘o justo pela sua fé viverá’. No serviço de Deus não precisa haver desalento, nem vacilação ou temor. O Senhor fará mais que cumprir as mais altas expectativas dos que nEle põem a sua confiança. Ele lhes dará a sabedoria que suas múltiplas necessidades demandam” (p. 386-387).

7. “Deus se apiada dos homens em luta na cegueira da perversidade; Ele procura iluminar a mente entenebrecida, enviando reprovações e ameaças destinadas a levar os mais exaltados a sentirem sua ignorância e deplorarem seus erros. Ele procura ajudar o condescendente consigo mesmo a se tornar insatisfeito com suas vãs consecuções, e a buscar bênção espiritual por meio de íntima comunhão com o Céu […]. Quando o homem peca contra um Deus santo e misericordioso, não pode seguir mais nobre caminho que o arrepender-se sinceramente, e confessar seus erros com lágrimas e amargura de alma. Isto Deus requer dele; Ele não aceita nada menos que um coração quebrantado e um espírito contrito. Mas o rei Jeoaquim e seus cortesões, em sua arrogância e orgulho, recusaram o convite de Deus…” (p. 435-436).

8. “Como nos dias de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, no período final da história da Terra o Senhor operará poderosamente em favor dos que ficarem firmes pelo direito. Aquele que andou com os hebreus valorosos na fornalha ardente, estará com os Seus seguidores em qualquer lugar. Sua constante presença confortará e sustentará. Em meio do tempo de angústia – angústia como nunca houve desde que houve nação – Seus escolhidos ficarão inamovíveis. Satanás com todas as hostes do mal não pode destruir o mais fraco dos santos de Deus. Anjos magníficos em poder os protegerão, e em favor deles Jeová se revelará como ‘Deus dos deuses’, capaz de salvar perfeitamente os que nEle puseram a sua confiança” (p. 513).

9. “O tempo presente é de dominante interesse para todo o vivente. Governadores e estadistas, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando pose de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer – que o mundo está no limiar de uma crise estupenda. A Bíblia, e a Bíblia só, permite uma visão correta das coisas. Nela estão reveladas as grandes cenas finais da história de nosso mundo, acontecimentos que já estão lançando suas primeiras sombras, o som de cuja aproximação fazendo tremer a Terra, e o coração dos homens desmaiando de terror” (p. 537).

10. “Deus pede um reavivamento e uma reforma. As palavras da Bíblia, e a Bíblia somente, deviam ser ouvidas no púlpito […]. Permiti que a Palavra de Deus lhes fale ao coração. Deixai que os que têm ouvido apenas tradição, teorias e máximas humanas ouçam a voz dAquele que pode renovar a alma para a vida eterna […]. A glória das profecias derrama sua luz sobre nosso caminho” (p. 626) – Quer saber mais? Leia o livro!

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