“Estávamos no acampamento base quando iniciou o tremor. A geleira vibrava com o movimento e se quebrava. A nebulosidade que cobria as montanhas que nos cercavam não nos permita enxergar muito. Logo o estrondo começa a aumentar, as montanhas retumbam e tínhamos a sensação de que algo se estava aproximando, mas não víamos nada”, narra Ernesto Olivares Miranda (52), adventista chileno e integrante de uma equipe de montanhistas que estava no monte Everest quando o terremoto de 7,8 graus na escala Richter sacudiu o Nepal no sábado, 25 de abril. LEIA MAIS

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OBS: será que ta sobrando dinheiro pra turismo no Nepal e Alpinismo, mas não pra pregar o evangelho lá?

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