Em seu livro As profecias de Daniel e Apocalipse do ano de 1733, Isaac Newton denuncia o Vaticano como a Igreja do mal. Essa Igreja é dominada pelos anjos caídos e é odiada por Cristo. Um dos pecados dela foi transformar os deuses romanos e gregos em “Santos”, entidades com os mesmos poderes e deveres dos antigos deuses.
A veneração dos santos ou o culto aos santos se dá no mesmo nível do culto aos antigos deuses. Isso foi denunciado também no livro OS SANTOS PAGÃOS, DEUSES ONTEM, SANTOS HOJE.
Veja também o artigo Os Santos do Catolicismo – a nova identidade dos deuses romanos. Em resumo, o catolicismo criou um ‘deus’ para cada problema da vida. Para problemas nos olhos: Santa Luzia. Para falta de chuva: São Pedro. Para conseguir casamento: Santo Antonio. Para causas impossíveis e urgentes: Santo Expedito.

Hoje iremos tratar sobre o culto idólatra a Santa Genoveva. O Objetivo desse artigo não é dizer se tal pessoa foi santa ou não. Se foi verdadeiramente cristã será ressuscitada no dia da volta de Jesus Cristo como ensina I Tessalonicenses 4:13-17. O objetivo é demonstrar como a Igreja Católica se utilizou de seu nome ou legado para criar mais um deus na Terra.
De acordo com o livro “Um santo para cada dia”, de Mário Sgarbossa e Luigi Giovannini, Santa Genoveva se faz protetora nas horas de calamidade e perseguição. Ela é a padroeira de Paris e a história conta que foi protetora da cidade.
Caixão de santa Genoveva

Como os antigos romanos faziam, é regra fazer a procissão para o santo:

Não é difícil de encontrar sua equivalente no panteão de deuses romanos. Abaixo vemos Cybele, protetora das cidades:


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