O catolicismo é uma religião que cultua a morte e os mortos.
Deus nos ensinou que não devemos se dirigir aos mortos, pois eles nada sabem:
Quando, pois, vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo a seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á aos mortos?
À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles. Isaías 8:19-20.
Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento. Eclesiastes 9:5.
Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma. Eclesiastes 9:10
A palavra de Deus diz que não há obra após a morte, nem projetos, nem sabedoria, absolutamente nada. Mas o catolicismo ensina que os mortos podem fazer tudo pelos vivos. Veneram os mortos. A São Pedro fizeram o deus da chuva, a Santa Luzia fizeram a deusa dos olhos, a Santo Expedito, o deus das causas urgentes, a Santo Antônio fizeram o deus do amor e do casamento. Hilário, como se o Deus Único não controlasse a chuva, não desse vida aos olhos e não cuidasse daqueles que clamam por urgência ou desejam se casar.
Os católicos reúnem multidões para venerar a deusa dos mares: nossa senhora dos navegantes. Oram, adoram, veneram e clamam aos mortos, que jazem no pó da terra e não participaram ainda da ressurreição dos mortos.
É interessante notar que aqueles que a Bíblia indica que foram levados vivos aos Céus, como Enoque e o profeta Elias não tem a atenção que, nessa teologia dos mortos, supostamente mereceriam! Isso ocorre pois trazer ao povo informação bíblica demais, pode fazê-los pensar sobre sua falsa teologia e descobrir a verdade!
Os católicos, em sua teologia da morte, fazem estátuas e imagens dos pecadores e se ajoelham perante elas:
Guardam o sangue dos pecadores e beijam estes recipientes: (sangue de João Paulo II)

Guardam cadáveres e caminham atrás deles: (Cadáver de São Ubaldo)

Fazem festas de caveiras (Festa de Santo Ivo de Kermartin)

Adoram a Morte:

Colocam roupa nos defuntos (Santa Zita):



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