E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
Apocalipse 13:3

Papa Bartolomeu de Constantinopla: visita histórica ao Vaticano.
Mais de 130 delegações de países, entre elas vários chefes de Estado e líderes religiosos, assistiram na terça-feira a missa de inauguração do pontificado do primeiro Papa jesuíta e latino-americano.
Entre os primeiros gestos do Papa Francisco em direção ao ecumenismo está a decisão de enviar uma carta ao rabino de Roma na qual deseja “poder contribuir ao progresso das relações entre judeus e católicos conhecidas a partir do Concílio Vaticano II, em um espírito de colaboração renovada”.
Foi a primeira vez desde 1054 que o patriarca de Constantinopla assiste a entronização de um pontífice.
Francisco também saudou os representantes das Igrejas protestantes ocidentais, ressaltando “a unidade entre todas as pessoas que creem em Cristo” e a necessidade de uma “leal colaboração” entre todas as confissões cristãs.
Líderes das comunidades judaica, muçulmana, budista, jain e skin também estiveram presentes.
Fonte: YAHOO
O patriarca ortodoxo grego Bartolomeu I, presente nesta terça-feira no Vaticano, onde acompanhou a entronização do papa Francisco, indicou que sua presença na missa inaugural do Sumo Pontífice era um momento histórico desde o cisma entre as duas Igrejas, em 1054.
“Nem mesmo antes do cisma de 1054 houve a presença de um patriarca de Constantinopla na entronização de um Papa”, indicou o monsenhor Bartolomeu a um canal de televisão turco. Esta declaração foi veiculada pelos meios de comunicação gregos.
“Isto não aconteceu nem antes, nem depois de 1054”, destacou o chefe espiritual dos ortodoxos. “Este gesto quer mostrar a importância que atribuo às relações amistosas entre as duas Igrejas”, acrescentou Bartolomeu.
Na época do anúncio da renúncia do papa Bento XVI, monsenhor Bartolomeu manifestou sua tristeza e o saudou como um amigo da Igreja do Oriente.
Fonte: TERRA

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