Pregado na Igreja da Universidade Adventista de São Paulo em 23 de Fevereiro de 2013. Basicamente, este sermão faz uma análise da teoria do sexto rei e propõe uma abordagem viável para interpretar Apocalipse 17. Ranieri Sales admite que há várias possibilidades para a compreensão dos elementos mencionados na profecia, mas insiste que se observe a abordagem historicista e a interrelação entre as várias profecias de Daniel e Apocalipse. Finalmente, ele sugere uma interpretação como uma das mais viáveis possibilidades. Sinta-se motivado a aprofundar-se no estudo das profecias.

7 respostas a “Apocalipse 17 e a Renúncia do Papa (Sermão do Unasp de 23 de fevereiro)”

  1. Muito esclarecedora essa explicacao.Tirou as duvidas que me incomodavam.Obrigada!

  2. Sinceramente equivocado. Breve ficará provado este engano dos Adventistas. Aguardemos o desenrolar dos fatos.

  3. A Teoria dos 7 Reis não pertence a igreja adventista do sétimo dia.

  4. Lá vai uma contribuição!
    IMPORTANTE PARA TODOS CRISTÃOS – Quanto a pensar somente em Roma e nos EUA nesta profecia, vejam este entendimento:

    segue um estudo sobre o “NÃO É” e “ainda não chegou” de apocalipse. Peço-lhes que leiam com atenção.

    Penso que está claríssimo na Bíblia, mas parece que poucos perceberam…

    Igreja ocidental = Roma(Trinitária) +
    Igreja oriental = Constantinopla(Anti-trinitária) = constituem as duas pernas da estátua do sonho de Nabucodonosor.

    …. Os Cristãos (Orientais-constantinopla) de Ário, parece que eram anti-trinitarianos.

    As Igrejas cristãs estão sendo derrotadas em todas as terras de sua origem.. por quem??

    Veja uma uma outra interpretação/visão coerente, que não exclui a primeira besta.

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    Fonte: http://questions4adventist.blogspot.com/
    Inclusive cita que:
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    Tradução do inglês para português do google
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    Há alguns anos, comecei a pensar sobre as duas pernas, Roma papal e pagã. Elas se fundiram, mas foram fraccionadas. Talvez tenha sido Roma que se dividiu em Roma Ocidental e Roma oriental. Um Papa pronunciou em ROMA e um deliberou em CONSTANTINOPLA. A perna Oriental, independente da perna Ocidental, durou por quase 700 anos.

    Essas nações são hoje todas muçulmanas. Poderiam ser o dez nações que são mencionados em Eze. 38 e 39?

    Todos esses reinos ainda estarão existirão quando do segundo advento de Cristo. Todos têm vindo contra Israel no passado e virão novamente nos últimos dias. Todos serão destruídas na vinda de Cristo.

    Hoje eles são o Iraque(Babylon), Irão(Pérsia), Roma Ocidental(católica Itália) e (O antigo império romano da perna Oriental)= Grécia / Turquia / Egipto / Assíria e todo o resto das Nações muçulmanas.

    Daniel 2:44. No tempo desses reis(Eze 38 e 39) o Deus dos céus suscitará um reino que jamais será destruído e cuja soberania jamais passará a outro povo: destruirá e aniquilará todos os outros, enquanto que ele subsistirá eternamente.

    45. Foi o que pudeste ver na pedra deslocando-se da montanha sem a intervenção de mão alguma, e reduzindo a migalhas o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. Deus, que é grande, dá a conhecer ao rei a sucessão dos acontecimentos. O sonho é bem exato, e sua interpretação é digna de fé.

    Eles são os sete montes de Apocalipse 17:7-14.

    7 O anjo, porém, me disse: Por que te admiraste? Dir-te-ei o mistério da mulher e da besta que tem as sete cabeças e os dez chifres e que leva a mulher:
    8 a besta que viste, era e não é, está para emergir do abismo e caminha para a destruição. E aqueles que habitam sobre a terra, cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida desde a fundação do mundo, se admirarão, vendo a besta que era e não é, mas aparecerá.
    9 Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis,
    10 dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco.

    Vejam:

    1. Egito, 2. Assírio, 3. Babilônia, 4. Pérsia, 5. Grécia, tinham caído no tempo de João. Roma é durante Visão de João, e depois foi dividida em duas pernas 6. Roma ocidental= Católica, 7. Roma Oriental= Ortodoxa Grega, ultrapassado pelos muçulmanos que foram derrotados em 1099 DC (ferida mortal) 8. Ferida no mundo muçulmano, que no mundo de hoje (ferida mortal está sendo curada).

    (Quem não tinha chegado e não era? ou seja, para João era um “Não é” = Um Poder político e religioso que não existia na sua época). grifo meu..

    Continua…

  5. Continuação..
    11 E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição.

    Interpretação do verso 11:
    E a besta que era e já não é(Roma Oriental dos muçulmanos de 636-1099), mesmo que ele é o oitavo,(Hoje os muçulmanos) e é o sétimo, e vai para a perdição.

    A besta que era Ortodoxa Grega na Turquia foi derrotada pelo Islão, mas torna-se o reino 8 dos muçulmanos no fim dos tempos, quando eles se tornam os dez reis de Ezequiel 38 e 39 (Gogue e Magogue)e apocalipse 20: 7 a 9.

    12 Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora.
    13 Têm estes um só pensamento e oferecem à besta o poder e a autoridade que possuem.
    14 Pelejarão eles contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com ele.
    15 Falou-me ainda: As águas que viste, onde a meretriz está assentada, são povos, multidões, nações e línguas.
    16 Os dez chifres que viste e a besta, esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo.
    17 Porque em seu coração incutiu Deus que realizem o seu pensamento, o executem à uma e dêem à besta o reino que possuem, até que se cumpram as palavras de Deus.

    Obs:

    Veja que o Vaticano e Roma estão sendo cercados por muçulmanos, pois a geografia religiosa e política da Europa esta mudando e podermos ver lá implantada a xaria em algumas décadas, então fica a um passo para: esses odiarão a meretriz, e a farão devastada e despojada, e lhe comerão as carnes, e a consumirão no fogo. Grifo meu..

    Confira no link seguinte;

    http://www.chn-net.com/support/ten_kings_report.html

    Estes(Anti-cristãos=Anti-Cristo) têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e força à besta.

    PARA VER O PRESENTE ESTUDO EM FORMA DE VÍDEO abra o link:

    http://www.littlehornarchive.com/the_video.html

  6. Você censurou minha contribuição sobre o OUTRO entendimento E INTERPRETAÇÃO dos SETE REIS?
    Não publica porque tem medo da besta oriental? ou não quer admiti-la?

  7. Senhores,

    Para completar e fundamentar a contribuição, da explicação acima, vejam no link http://www.mfa.gov.il/MFAPR/Facts+About+Israel/HIST%D7%83RIA-+Dominao+Estrangeia.htm?DisplayMode=print – o que a história fala sobre o domínio muçulmano de 636 a 1099:

    O Domínio Árabe
    (636-1099)
    A conquista do país pelos árabes ocorreu quatro anos
    após a morte do profeta Maomé (632) e durou mais de
    quatro séculos, sob o governo de califas estabelecidos
    primeiramente em Damasco, depois em Bagdá e no Egito.
    No início do domínio muçulmano, os judeus novamente se
    instalaram em Jerusalém, e a comunidade judaica
    recebeu o costumeiro status de proteção concedido aos
    não-muçulmanos sob domínio islâmico, que lhes garantia
    a vida, as propriedades e a liberdade de culto, em troca do
    pagamento de taxas especiais e impostos territoriais.
    Contudo, a introdução subseqüente de restrições contra
    os não-muçulmanos (717) afetou a vida pública dos
    judeus, assim como sua observância religiosa e seu
    status legal. A imposição de pesados impostos sobre as
    terras agrícolas levou muitos judeus a mudar-se das07/03/13 HIST׃RIA- DominaoEstrangeia
    http://www.mfa.gov.il/MFAPR/Facts+About+Israel/HIST׃RIA-+Dominao+Estrangeia.htm?DisplayMode=print 2/9
    áreas rurais para as cidades, onde sua situação pouco
    melhorou; a crescente discriminação social e econômica
    forçou muitos outros a abandonar o país. Pelo final do
    século XI, a comunidade judaica da Terra de Israel havia
    diminuído consideravelmente, tendo perdido também
    parte de sua coesão organizacional e religiosa.

    Os Cruzados
    (1099-1291)
    Nos 200 anos seguintes, o país foi dominado pelos
    cruzados que, atendendo a um apelo do Papa Urbano II,
    partiram da Europa para recuperar a Terra Santa das
    mãos dos “infiéis”. Em julho de 1099, após um cerco de
    cinco semanas, os cavaleiros da Primeira Cruzada e seu
    exército de plebeus capturaram Jerusalém, massacrando
    a maioria de seus habitantes não-cristãos.
    Entrincheirados em suas sinagogas, os judeus
    defenderam seu quarteirão, mas foram queimados vivos
    ou vendidos como escravos. Nas poucas décadas que se
    sucederam, os cruzados estenderam seu poder sobre o
    restante do país, em parte através de tratados e acordos,
    mas sobretudo em conseqüência de sangrentas
    conquistas militares. O Reino Latino dos Cruzados
    constituía-se de uma minoria conquistadora, confinada em
    cidades e castelos fortificados.
    Quando os cruzados abriram as rotas de transporte da
    Europa, a peregrinação à Terra Santa tornou-se popular;
    ao mesmo tempo, um crescente número de judeus
    procurava retornar à sua pátria. Documentos da época
    revelam que um grupo de 300 rabinos da França e
    Inglaterra chegou ao país, instalando-se em Acre (Aco) e
    em Jerusalém.
    Após a derrota dos cruzados pelo exército muçulmano de
    Saladino (1187), os judeus passaram a gozar novamente
    de uma certa dose de liberdade, inclusive o direito de viver
    em Jerusalém. Embora os cruzados conseguissem ainda
    manter sua presença no país após a morte de Saladino
    (1193), ela se limitava a uma rede de castelos fortificados.
    O domínio cruzado sobre o país chegou ao fim com a
    derrota final frente aos mamelucos (1291), uma casta
    militar muçulmana que conquistara o poder no Egito.

    São informações negligenciadas pelos cristãos ocidentais quando da interpretação das profecias… Perdem o foco e ficam olhando para poderes que não os perseguem e nem lhes fazem mal algum… se não fossem as cruzadas e as guerras movidas pelos cristãos contra os árabes, todos hoje, seríamos o quê?

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