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A linha ferroviária de alta velocidade mais longa do mundo que se estende por mais de metade da China, começou a operar na quarta-feira (26/12/2012).  Dois trens partiram de estações em Pequim e Guangzhou às 9 horas e 10 horas, respectivamente, para marcar a abertura da linha de 2.298 km. Correndo a uma velocidade média de 300 km por hora, a viagem entre Pequim e Cantão caiu de 20 horas para cerca de oito horas. Só não é feita em menos tempos pois o trem para em muitas cidades antes de chegar ao destino final.

A ascensão da China demonstra que podemos estar no finalzinho da história da Terra. O apóstolo João viu apenas os Estados Unidos na profecia (Apocalipse 13:11-17). Não há nenhuma outra potência substituta. Isso nos leva a pensar que o fim deve vir antes que os Estados Unidos perca sua super-hegemonia no mundo. Para saber mais: Livro O Último Império

Se os Estados Unidos perdesse sua super-hegemonia não teria como a marca da Besta ser aplicada. Não haveria outro país com meios para tal. A China não é o poder que parece um cordeiro descrita na Bíblia (Apoc 13:11). Ela não é cristã. Não pode ser descrita assim. Portanto os sinais indicam o fim.

2 respostas para “Sinais do Fim na Ascensão Chinesa: Inaugurado Trem-Bala de 2.298 km de linha”.

  1. A china é uma nação com dimensão continental, e possui um numeroso exército de mão de obra. É superpopulosa. Os operários são capazes de alavancar a economia e engolir o mercado com muitas vantagens sobre o resto do mundo. Não vejo que a inauguração de um trem, cujo projeto alcança vários quilômetros, revele o final dos dias. Sendo assim, quando eles erigiram as famosas muralhas, que dizem poder ser vista da lua, (começou no ano 221 a.C com término no século XV, durante a Dinastia Ming – Wiki), então o fim dos dias poderia ser prenunciado ainda no ano 221 a.C. ou então quando essa muralha foi concluída no Séc. XV quando o iluminismo despontou, houve o movimento da reforma protestante, o “livrinho” não havia sido comido…
    A China pode nunca se erguer como nação hegemônica como os EUA. Culturalmente os EUA se estenderiam por milênios, mesmo que a economia chinesa fosse maior.
    o petróleo é comercializado no dólar americano. Petrodólar, lastro da economia. A imagem da besta independe da hegemonia americana. A criação da imagem da besta é uma contrafação à pregação do evangelho eterno. Tal imagem é um monumento ao “dies solis”, que se opõe ao criador. Deus criou um dia e o estabeleceu como um marco, e o estendeu como a um monumento para todo o sempre. Um dia que o chamou de deleitoso. O evangelho eterno convida a humanidade a usufruir desse deleite com Deus dizendo, “temei a Deus e dai-lhe Glória”. Então, se essa mensagem for proclamada suscitará a oposição feroz aos “dissidentes” com sansões de morte.
    Não será a hegemonia de nenhuma nação a suscitar a ira, mas a pregação por parte dos servos de Deus. Agora essa pregação coincide com os tempos dos pés de barro mesclado com ferro da profecia de Daniel, e temos em cena os EUA e o vaticano vaticinando morte aos remanentes.

  2. Concordamos que é a pregação que trará a perseguição e não a perseguição que trará a pregação (como se pregava muito em certos lugares). Concordamos também que a China pode nunca se erguer como nação hegemônica como os EUA.

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