
Imagem de papai noel crucificado: parábola da mistura de conceitos que se tornou a festa de natal.
Imagem de papai noel crucificado: parábola da mistura de conceitos que se tornou a festa de natal. É Natal. O dia do nascimento do invencível Deus-SOL. É Domingo, em inglês SUNday, O Dia do Sol. Ambos os dias eram pagãos e foram cristianizados. O domingo entrou no lugar do santo sábado, golpeando o quarto mandamento…

Imagem de papai noel crucificado: parábola da mistura de conceitos que se tornou a festa de natal.
Achei que era um problema só em mim. Que não estava sendo cristã. Sentindo-me um ser humano inútil, porque deixei, há muito, de acreditar no amor que move o homem a fazer o bem e dar comida aos necessitados, somente no natal. Afinal, é só no natal que as pessoas sentem fome! Porque é na época de natal quando mais as pessoas comem. As mesas ficam variadíssimas com alimentos que muitos até nem gostam. Mas, afinal, é natal. Tem-se que homenagear alguém com esta comilança toda? E, então lembram-se de dar um pouco a quem pouco tem.
Ao ler a mensagem do blog, vi que não há nada errado comigo. Porque há muitos anos deixei de gostar do natal. Há muitos anos deixei de tentar entender o sentido de todas estas festividades na minha vida e comecei a procurar por Aquele ao qual o mundo pensa estar homenageando. Foi difícil… Foi sofrido…mas encontrei …e pude então entender o verdadeiro sentido de minha vida.
A igreja Católica insiste em apresentar ao mundo um Cristo frágil: ou enfatizam Jesus morto na Cruz, ou como um bebê na manjedoura. Ora, sabemos que a cruz de Cristo, por mais importante que este evento cósmico tenha sido, hoje está vazia. Cremos em um Cristo ressurreto e que intercede por nós como nosso Supremo Sumo Sacerdote. Celebrar o natal é enfatizar o aspecto frágil do Messias em Sua primeira vinda, como um indefeso infante, e é isso exatamente o que Satanás quer com a maior festa da cristandade, que percamos de vista o Jesus Glorificado, nosso Mediador no Santuário Celestial. Cristo pediu-nos que celebrássemos não Seu nascimento, mas Sua morte e ressurreição na cerimônia da Santa Ceia (cerimônia na qual poucos adventistas celebram com gozo, pois não compreendem seu verdadeiro significado).
Nem sequer se trata de uma festa cristã. 25 de Dezembro sabemos ser a data comemorativa da maioria dos deuses pagãos relacionados ao culto ao Sol e que Jesus não nasceu nesta época do ano…; que está relacionada com os bacanais (é isso mesmo, orgias) gregos à fertilidade; que o Papai Noel é uma contrafação de mal gosto por parte de Satanás da Pessoa de Cristo (que nós adventistas insistimos em homenagear em nossas casas e na igreja através daqueles gorrinhos vermelhos típico do “bom velhinho”, decorações alusivas à neve, mesmo em um país tropical como o nosso); que as árvores de natal estão mais para postes ídolos do que para qualquer que seja seu significado dentro do cristianismo (procuro alguma alusão bíblica a esta prática que não seja pagã)… sabemos tudo isso, mas e daí??? Vivemos uma incoerência muito grande. A reforma deve acontecer em nossa forma de pensar e entender a Pessoa de Deus (Rm 12: 1 e 2).
Quer saber, se fosse para celebrar uma festa cristã, creio que deveríamos celebrar o Yom Kippur judaico, pelo menos é mais condizente com nossa verdade presente do Dia da Expiação antitipica em que vivemos (e poucos sabem, infelizmente…).
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