jesus papai noel

Imagem de papai noel crucificado: parábola da mistura de conceitos que se tornou a festa de natal.

É Natal. O dia do nascimento do invencível Deus-SOL. É Domingo, em inglês SUNday, O Dia do Sol. Ambos os dias eram pagãos e foram cristianizados. O domingo entrou no lugar do santo sábado, golpeando o quarto mandamento da lei de Deus (Êxodo 20:8-11, Lucas 23:56). O Natal não ameaçou alguma instituição divina, mas muitos de nós não o suportamos mais.

Nós somos cristãos, mas não aguentamos mais as compras de natal, as dívidas que surgem disso, os amigos secretos realizado entre inimigos reais, todas aquelas programações seculares que misturam músicas que falam de Jesus com músicas que falam de Papai Noel. Não aguentamos mais as bebedices e comilanças de natal. Tudo isso que torna uma festa que poderia ser santa em profana.

Será que há conserto? Não, não há. Não é possível modificar o que o mundo fez com a festa, como não é possível alterar a constituição brasileira e colocar o sábado como o final da semana.

Em nossos lares podemos tentar fazer do Natal uma festa especial, cristã. Nas nossas igrejas também. Será que há algum remanescente que consegue? Talvez, mas penso que para Deus tudo isso poderia acabar hoje mesmo. Como exemplo podemos citar a raiva que Deus pegou das festas de Israel, que deixaram de ser santas, e se tornaram profanas:

Odeio, desprezo as vossas festas. Amós 5:21.

As vossas luas novas, e as vossas solenidades, a minha alma as odeia. Isaías 1:14.

Se alguém consegue fazer do Natal uma festa cristã, especialmente para aqueles que possuem crianças, será aceito por Deus. Pode ser positivo de várias maneiras. O dia pode até mesmo ser usado no evangelismo. Mas pastores e membros de igrejas que amam o natal precisam saber que muitos cristãos não se importam mais e nem são obrigados a se importar. Não existe ordem de Deus na Bíblia para comemorar o Natal. Portanto é facultativo.

Você pode ser cristão e odiar o natal. ah, você pode! Você não está odiando o nascimento de Cristo. Reconhece seu valor imensurável. Reconhece que é a divindade se fazendo homem. Está odiando as coisas negativas que é obrigado a suportar nessa época do ano. Ano após ano, sem fim.

2 respostas a “É Natal? Nós não se importamos mais e nem somos obrigados a se importar”

  1. Achei que era um problema só em mim. Que não estava sendo cristã. Sentindo-me um ser humano inútil, porque deixei, há muito, de acreditar no amor que move o homem a fazer o bem e dar comida aos necessitados, somente no natal. Afinal, é só no natal que as pessoas sentem fome! Porque é na época de natal quando mais as pessoas comem. As mesas ficam variadíssimas com alimentos que muitos até nem gostam. Mas, afinal, é natal. Tem-se que homenagear alguém com esta comilança toda? E, então lembram-se de dar um pouco a quem pouco tem.
    Ao ler a mensagem do blog, vi que não há nada errado comigo. Porque há muitos anos deixei de gostar do natal. Há muitos anos deixei de tentar entender o sentido de todas estas festividades na minha vida e comecei a procurar por Aquele ao qual o mundo pensa estar homenageando. Foi difícil… Foi sofrido…mas encontrei …e pude então entender o verdadeiro sentido de minha vida.

  2. A igreja Católica insiste em apresentar ao mundo um Cristo frágil: ou enfatizam Jesus morto na Cruz, ou como um bebê na manjedoura. Ora, sabemos que a cruz de Cristo, por mais importante que este evento cósmico tenha sido, hoje está vazia. Cremos em um Cristo ressurreto e que intercede por nós como nosso Supremo Sumo Sacerdote. Celebrar o natal é enfatizar o aspecto frágil do Messias em Sua primeira vinda, como um indefeso infante, e é isso exatamente o que Satanás quer com a maior festa da cristandade, que percamos de vista o Jesus Glorificado, nosso Mediador no Santuário Celestial. Cristo pediu-nos que celebrássemos não Seu nascimento, mas Sua morte e ressurreição na cerimônia da Santa Ceia (cerimônia na qual poucos adventistas celebram com gozo, pois não compreendem seu verdadeiro significado).
    Nem sequer se trata de uma festa cristã. 25 de Dezembro sabemos ser a data comemorativa da maioria dos deuses pagãos relacionados ao culto ao Sol e que Jesus não nasceu nesta época do ano…; que está relacionada com os bacanais (é isso mesmo, orgias) gregos à fertilidade; que o Papai Noel é uma contrafação de mal gosto por parte de Satanás da Pessoa de Cristo (que nós adventistas insistimos em homenagear em nossas casas e na igreja através daqueles gorrinhos vermelhos típico do “bom velhinho”, decorações alusivas à neve, mesmo em um país tropical como o nosso); que as árvores de natal estão mais para postes ídolos do que para qualquer que seja seu significado dentro do cristianismo (procuro alguma alusão bíblica a esta prática que não seja pagã)… sabemos tudo isso, mas e daí??? Vivemos uma incoerência muito grande. A reforma deve acontecer em nossa forma de pensar e entender a Pessoa de Deus (Rm 12: 1 e 2).
    Quer saber, se fosse para celebrar uma festa cristã, creio que deveríamos celebrar o Yom Kippur judaico, pelo menos é mais condizente com nossa verdade presente do Dia da Expiação antitipica em que vivemos (e poucos sabem, infelizmente…).

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