Conforme a FOLHA, nos últimos 10 anos, a China cresceu de US$ 1,5 trilhão e da sexta posição mundial para US$ 7,3 trilhões e o segundo lugar, abaixo apenas dos EUA. 38% da população vivia nas grandes cidades do país, ante 50% hoje, e só 45 milhões de chineses usavam a Internet, hoje são quase 600 milhões.

A China caminha para ser a maior economia mundial. Quando pensamos no tamanho de sua população, concordamos que essa tendência parece ser irreversível.

Mas a crença adventista diz:

 O povo dos Estados Unidos tem sido um povo favorecido, mas quando eles restringirem a liberdade religiosa, renunciarem ao protestantismo e apoiarem o papado, a medida de sua culpa estará cheia, e nos livros do Céu será escrito: “apostasia nacional”. 

Princípios católicos romanos serão adotados sob o cuidado e a proteção do Estado. Esta apostasia nacional será rapidamente seguida pela ruína nacional. Livro Eventos Finais página 133 e 135.

As nações estrangeiras seguirão o exemplo dos Estados Unidos. Posto que ela seja a líder, a mesma crise atingirá todo o nosso povo em toda parte do mundo. Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 46. 

A crença adventista diz que os EUA estarão sendo O LÍDER quando fazerem o mundo obedecerem a marca da Besta. Mas com a China se tornando a maior economia do mundo, provavelmente nos próximos 20 anos, os EUA deixam de ser o líder absoluto. Seu poder de persuação, o Soft Power, é incomparável e deve permanecer ainda por décadas. A pergunta é: os Estados Unidos conseguiriam aplicar a marca da Besta apenas usando o seu “poder suave”, sem ser mais a maior economia mundial? Ou os eventos finais descritos na profecia bíblica virão antes que ele perca o posto de número 1?

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