Em uma série de artigos denominada “Ditos difíceis de Jesus”, o teólogo Augustus Nicodemus aborda passagens bíblicas em que Jesus Cristo faz afirmações que exigem uma interpretação mais apurada de sentido.
Nicodemus publicou um artigo dessa série dedicado à passagem bíblica de Mateus 18:10 em que Jesus cita anjos como intercessores dos “pequeninos”. Essa passagem gera interpretações variadas, inclusive a de que Deus teria criado anjos da guarda para as crianças.
Em seu artigo, o teólogo e reverendo presbiteriano Augustus Nicodemus afirma que “a passagem não está ensinando que cada crente ou criança tem seu próprio ‘anjo da guarda’”, mas que “Ela simplesmente expressa o cuidado geral de Deus por seu povo através dos anjos”.
O argumento de Nicodemus se baseia nas passagens bíblicas em que Deus disponibilizaria anjos para o cuidado daqueles que o servem, em determinadas situações: “Esse ministério angélico para com os ‘pequeninos’ faz parte do cuidado geral que os anjos desempenham, pelo povo de Deus (cf. Sl 91.11; Hb 1.14; Lc 16.22)”, explica.
Augustus Nicodemus diz ainda que a expressão “pequeninos” pode ser interpretava como figurativa, pois Jesus estaria “se referindo aos discípulos” como um todo.
Fonte: Gospel Mais
OBS: A Bíblia traz a ideia de anjos designados para fazer algo, ou para cuidar de pessoas, mas não que ficam todo o tempo com elas, nem mesmo que favoreça de alguma maneira não cristãos e pecadores. Sabe-se que até filhos de cristãos morrem assassinados, então a teologia católica do anjo da guarda, perde eficácia.
Quando Ellen White diz que um anjo está no tumulo de Guilherme Miller aguardando sua ressurreição, só pode soar como poesia porque não é lógico, sensato e digno que um trabalhador fica ocioso 200 anos no túmulo de alguém. Aliais a logica é que quando um cristão morre, o anjo designado para ele ou aquela comunidade próxima de cristãos passe a cuidar de outras pessoas.

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