A França propôs nesta quarta-feira (23/11) a criação de uma “zona segura para a proteção de civis” na Síria, no que marca a primeira vez que uma potência ocidental defende uma intervenção no país, tomado há oito meses por enormes protestos pela renúncia do presidente Bashar al Assad.

A Liga Árabe já suspendeu a Síria dos seus quadros devido ao conflito, num dos mais importantes sinais do isolamento de Assad, mas a entidade também demonstra pouco interesse em uma intervenção internacional.

O Reino Unido disse estar aberto para discutir a proposta francesa, e reiterou seu apelo para que a Síria pare de violar os direitos humanos.

Em outra reprimenda vinda de países vizinhos, o presidente da Turquia, Abdullah Gul, disse que a violência na Síria pode lançar o mundo islâmico “nas trevas da Idade Média”.

Na véspera, o primeiro-ministro turco, Tayyip Erdogan, havia criticado a “covardia” de Assad, seu ex-aliado. Erdogan citou o destino de outros ditadores derrotados, de Adolf Hitler e Benito Mussolini a Gaddafi, e pediu de forma muito direta a Assad que renuncie.

Fonte; R7

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