FONTE: O TEMPO FINAL

Vítima da Sharia: a lei de conduta do islã, saído de filmes de terror

O íman Abubakar Shekau defendeu que a “guerra santa” é a única forma de os muçulmanos na Nigéria conseguirem mudanças e instou os seus seguidores do grupo Boko Haram a continuarem com os assassinatos.

Em gravação áudio de um sermão, citada pela agência noticiosa AP, o íman afirma: «Quem quer que matemos, matamos porque Alá diz que devemos matar e nós matamos por um motivo». Um suicida fez explodir uma bomba esta sexta-feira numa base militar, enquanto explosivos foram detonados na zona de Maiduguri. Os dois ataques tiveram a marca de Boko Haram.

O grupo atacou em Agosto a sede das Nações Unidas na Nigéria e é encarado como a mais grave ameaça à segurança deste país rico em petróleo e com uma população de 160 milhões de pessoas. Segundo a AP, o grupo estará dividido em três facções, com a mais radical a recusar qualquer acordo de paz e a pretender a aplicação da lei islâmica (“sharia”).

A divisão já teve consequências, com um representante da facção moderada que negociou em Setembro com o antigo presidente nigeriano Olusegun Obasanjo, a ser assassinado.

Um levantamento da AP indica ainda que só este ano o grupo Boko Haram terá morto pelo menos 247 pessoas.”

Fonte: TSF (negritos meus para destaque)

Escolho esta noticia de um discurso extremista (palavra que não aprecio muito usar pois a sua conotação pode não ser a que melhor designa o caso…) para refletir sobre algumas ideias erradas nas quais possamos incorrer.

Em primeiro lugar, este tipo de comportamento não representa o pensamento da maioria dos muçulmanos, que, regra geral, se pautam por um comportamento digno de qualquer sociedade que se pretende respeitadora do indivíduo. Sei que em alguns países árabes é difícil não ser muçulmano; mas daí até incentivar a sua perseguição até à morte, vai uma distância muito grande

Depois, e como tenho notado e exposto neste espaço, não é o islão nem os muçulmanos que se levantarão como obstáculo ao verdadeiro cristianismo, à defesa dos mandamentos de Deus e de Suas verdades especiais para este tempo.

Aqueles que quiserem estar atentos aos desenvolvimentos que, finalmente, conduzirão ao embate final entre a verdade e o erro, deverão estar atentos aos eventos políticos nos Estados Unidos da América e aos politico-religiosos do Vaticano. Segundo a Bíblia, são estas duas forças que, em conjunto, exercerão em favor do cumprimento profético, tal e qual desde há muito os Adventistas do Sétimo Dia pregam (e se não o fazem mais com o devido vigor, deviam!).

Por isso, perseguição em países islâmicos, crescimento da população muçulmana na Europa e outros aspetos relacionados, ainda que importantes, não devem fazer-nos desviar a atenção do que é especialmente relevante e significativo respeitante aos eventos finais.

Até porque, nos últimos meses temos assistido a sinais – e eventos – de grande mudança no mundo árabe, enquanto os países ocidentais continuam o seu declínio que culminará num abraçar da solução proposta pela Igreja de Roma.

Veja também ‘Crescimento muçulmano no mundo‘ que partilhei há mais de dois anos.

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