Foi notícia no Jornal Nacional de 28 de outubro de 2011: a família real britânica mudou as regras de sucessão que vigoravam há 300 anos. Pontos positivos nessa mudança: agora mulheres podem oficialmente suceder ao trono, embora na prática a rainha Elizabeth já reine. Ponto negativo e apocalíptico: agora os herdeiros do trono podem se casar com católicos e pela primeira vez em 3 séculos um católico poderia chegar ao trono.

Os países protestantes estão retirando a proteção que a Reforma lhes deu contra o Vaticano. O poder do papado vai aumentar gradativamente na Inglaterra após essa vitória. E o protestantismo vai ser relegado a força secundária (como talvez já seja a certo tempo).

Parece meu irmãos,  que com essa notícia a Inglaterra oficialmente é uma nação que traiu o protestantismo, a religião que fez dela a número 1 do mundo, antes da ascenção americana. Agora só falta a casa branca cair. Mas será que já não caiu, visto que Obama disse que a América não é um país cristão?

_________________________________

Rei Jaime II (1633-1701 = último rei católico da inglaterra)

Último rei católico da Grã-Bretanha (1685-1688) nascido em Londres, cuja deposição tornou o Parlamento o poder político dominante na Inglaterra. Segundo filho sobrevivente de Carlos I e Henriqueta Maria, durante a guerra civil inglesa (1648) refugiou-se nos Países Baixos e depois passou (1652) a servir no Exército francês sob as ordens do visconde de Turenne. Com a aliança seu irmão Carlos II com a Espanha contra a França (1657), teve de comandar a ala direita do Exército espanhol na batalha das Dunas (1658). Com a restauração de Carlos II no trono, ele foi feito lorde-almirante (1660), ano em que a monarquia era restaurada, dois anos depois da morte de Cromwell. Casou-se com Ana Hyde, filha do conde de Clarendon, e sobressaiu nas guerras contra os Países Baixos. Foi aceito como católico (1669), embora por insistência do irmão continuasse a freqüentar a Igreja Anglicana (1676). Depois de enviuvar (1673), casou-se com uma princesa católica, Maria, filha do duque de Modena, o que o tornou demasiadamente impopular, a ponto de o Parlamento fazer tudo para excluí-lo da sucessão. Devido a esses problemas políticos viveu muito tempo no continente. Regressou a ilha (1679) e finalmente foi elevado ao trono (1685) e coroado em Canterbury, com apoio parcial dos católicos e total apoio dos anglicanos, porém duas rebeliões, a do conde d’Argyll, na Escócia, e a de Monmouth, seu meio-irmão, na Inglaterra, levaram-no a desencadear uma campanha repressiva, pela qual fortaleceu o Exército e entregou-o a oficiais católicos. Tentou fortalecer o poder da Coroa às custas do Parlamento, mas fracassou. Para quebrar a resistência anglicana, dissolveu o Parlamento (1685). Sua Declaração de Indulgência (1687), suspendendo as leis contra os católicos e os dissidentes protestantes, foi repelida por sete bispos (1688) que, processados, foram absolvidos pelo tribunal King’s Bench. O nascimento de um herdeiro católico levou alguns nobres a pedir a Guilherme III de Orange que assumisse o poder. Ante o desembarque de Guilherme em Devonshire (1688), tentou permanecer no poder, mas, abandonado pelos oficiais protestantes e pela filha Ana, resolveu fugir, e foi oficialmente deposto pelo Parlamento na chamada Revolução Gloriosa, que consolidava, assim, a monarquia constitucional. Na França, foi hospedado por Luís XIV em Saint-Germain. Mais tarde, com a ajuda do rei da França, tentou desembarcar na Irlanda, para retomar o poder, mas foi derrotado por Guilherme III. De volta a Saint-Germain, ali permaneceu até a morte, deixando duas filhas, Maria I e Ana, e um filho, Jaime Eduardo.

Uma resposta a “Deu No Jornal Nacional: Católicos agora podem ser Reis na Inglaterra”

  1. […] Católicos agora podem ser reis na Inglaterra Like this:LikeBe the first to like this post. Esta entrada foi publicada em Artigos Adventistas. Adicione o link permanente aos seus favoritos. ← Igreja que prega “cura de gays” na TV deve ser punida, diz Jean Wyllys […]

Deixe um comentário

Tendência