
De acordo com a REVISTA DAS RELIGIÕES ela é “uma mulher sensual que gira e gira com sua saia rodada. Ela dança, fuma cigarrilha, bebe cachaça e conquista todos os homens com seu jeito faceiro. Esta é a Pombagiira, ou Exu-mulher, uma das entidades da Umbanda e do Candomblé.
Na verdade, não é apenas uma, mas muitas, como a Pombagira Rainha, a Sete-Saias e a Menina de Praia, entre outras. Nenhuma delas, porém, com a notoriedade da Pombagira Maria Padilha, que, segundo a tradição, teria sido uma rica cortesã no século 14, amante de sete homens, incluindo o soberano do reino de Castela, atual região espanhola.
O conceito e o papel da Pombagira variam segundo a religião e, ainda, entre as facções internas das crenças. Na Umbanda, por exemplo, enquanto para uns a face feminina de Exu é considerada a mensageira dos orixás, a corrente mais ligada ao Cristianismo acredita que Pombagira seja uma entidade negativa, geralmente associada à mulher de Exu-diabo. Há ainda outra linha, com maior influência da doutrina espírita, que vê a mensageira como um espírito em evolução”.
Para os adventistas do sétimo dia, Pomba Gira é uma personagem caricata criada pelos anjos que foram expulsos do Céu. Não é nenhum ser humano, mas um FAKE criado por inteligências angelicais criminosas com o objetivo de afastar as pessoas de Deus. Essas pessoas enganadas buscam a Pomba Gira com o objetivo de saber informações sobre namoro, vida profissional, traição e recebem informações verdadeiras através da rede de contatos que esses anjos possuem.

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