
A Mãe Peregrina de Schoenstatt é uma imagem que supostamente representa Maria com o bebê Jesus nos braços. Um ídolo absurdo visto que Maria não é Mãe Divina.
Jesus foi o criador do Universo, sem origem, que se fez homem através do ventre de Maria, mas ela não é sua mãe celestial. Quando Jesus guiava Moisés, Maria não existia. Quando Jesus criou Adão e Eva, Maria não existia (João 1:1-3,10). Quando Jesus criou o Universo, Maria não existia. Quando Ele sustenta as estrelas pelo seu Poder, Maria não é co-ajudadora (Hebreus 1:1-3).
Como já vimos anteriormente em nosso blog, a imagem da mulher divina que carrega o filho (divino, mas inferior) nos braços existe há milênios, muito antes de surgir o cristianismo:
Imagens de deusas-mãe: Grécia, Babilônia, India e Egito
A edição 103 (ano 28) da campanha demoníaca da Mãe Peregrina [como se a deusa fosse onisciente para guardar na memória as milhões de famílias que recebem sua imagem] diz absurdos como: “Confiemos nesta Mãe que quer nosso bem”-“A Mãe de Deus é a grande missionária, continuadora da missão de seu Filho e formadora de missionários”.
Se você receber em casa uma Mãe Peregrina grite bem alto: –Ìdolo Abominável-, despeje um litro de alcool e queime. Vai parecer um pouco medieval, mas destruir ídolos está de acordo com a LEI de nosso Deus.

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