
Alexander Hislop, autor de The Two Babylons, declara: “A prática do culto à deusa-mãe que leva o menino nos seus braços continuou a observar-se no Egito até que entrou no cristianismo. Se o Evangelho tivesse chegado com poder ao povo, a adoração desta deusa-rainha teria caído por terra. Para a maioria, o Evangelho chegou só de nome. Portanto, em vez de expulsar a deusa babilônica, na maioria dos casos somente lhe mudaram o nome. Foi chamada a Virgem Maria e, juntamente com o menino, cristãos professos a adoravam com o mesmo fervor que antes o faziam abertamente os que eram pagãos declarados… Significava que ao aceitar-se que Cristo era verdadeiramente Deus, digno de receber honras divinas, então a sua mãe, da qual ele herdou somente a sua natureza humana, também teria que ser aceite ao mesmo nível que Ele e, portanto, deveria ser exaltada acima de toda a criatura e adorada como parte da Deidade. A divindade de Cristo depende inteiramente da divindade de sua mãe. O papismo assim é… Todavia, isto é uma cópia exata da doutrina da antiga Babilônia referente a à grande deusa-mãe. A Nossa Senhora de Roma é, então, a mesma Nossa Senhora de Babilônia. A ‘Rainha do Céu’ de um dos sistemas é a mesma que do outro… A Nossa Senhora Romana e a Nossa Senhora Babilônica são a mesma coisa” (The Two Babylons p. 82, 83, 85).
Fonte – Livro: Maria Está Morta (DOWNLOAD)… página 71, de Danny Vierra.

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