Tendo estado as igrejas protestantes à procura do favor do mundo, a falsa caridade lhes cegou os olhos. Não vêem senão que é direito julgar bem de todo o mal; e, como resultado inevitável, julgarão finalmente mal de todo o bem. Em vez de permanecerem em defesa da fé que uma vez foi entregue aos santos, estão hoje, por assim dizer, justificando Roma, por motivo de sua opinião inclemente para com ela, e rogando perdão pelo seu fanatismo.

Não é sem motivo que se tem feito nos países protestantes a alegação de que o catolicismo difere hoje menos do protestantismo do que nos tempos passados. Houve uma mudança; mas esta não se verificou no papado. O catolicismo na verdade em muito se assemelha ao protestantismo que hoje existe; pois o protestantismo moderno muito se distancia daquele dos dias da Reforma.

O Grande Conflito, 571.

OBS: 500 anos depois a Igreja católica tem o protestantismo sob seu poder sedutor.

2 respostas a “A Decadência dos Protestantes: Igreja Católica os tem sob seu poder”

  1. O protestantismo não afundou como a doutrina adventista com as paranóias de Ellen White que hoje leva milhares de pessoas ingênuas a segui-as. Na verdade um ditado é verdadeiro: ” A voz do povo é a voz de Deus” daí eu pergunto: se a maioria absoluta e incontestavel proclamam a palavra de Deus e essa maioria são os evangelicos protestantes em todo o globo terrestre, com quem afinal está a palavra de Deus…com os adventistas…minoria…ou com os protestantes evangelicos…maioria ???

  2. Desde quando a maioria está ou esteve com a razão? O povo de Deus sempre foi, ao longo da História, um remanescente, resistindo contra a perversão do “Assim diz o Senhor”. Noé, Ló, Israel em meio aos povos pagãos, os cristãos primitivos em meio ao Israel cego espiritualmente, os Albigenses e Valdenses em meio ao arrogante poderio católico, transpirando heresia e paganismo em todas as suas esferas, os reformadores do século XVI, desafiando destemidamente o papado, sob risco de parar nas fogueiras da Inquisição… Hoje, o protestantismo ama o mundo e se dobra em admiração e respeito à Igreja Católica… Um ditado banal representa a verdade, agora, não mais as Escrituras?! Babilônia! “Sai dela povo meu” e ele sairá!

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