
“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.” Êxodo 20:7
Olá aos amigos. Hoje a mensagem para nós é sobre a fidelidade a Deus mesmo nas coisas que parecem santas, por às vezes até levarem o nome de Cristo, mas que em realidade não têm nada a ver com Ele.
É certo que o inimigo não nos enganaria se nos trouxesse o mundo em sua real forma: destituído de Deus e como a estrada para a perdição. A estratégia então é outra, trazer aos filhos de Deus o mundo, de forma tão mascarada que eles não consigam identificar o perigo.
Deus nos deixou um alerta
“a menos que seja cuidadosamente preservada a linha de demarcação entre a igreja e o mundo, o resultado será a assimilação do mundo.”
Mente, Caráter e Personalidade (Vol. 2), página 559
“Os princípios celestes que distinguem os que são um com Cristo dos que se unem ao mundo, tornaram-se quase indistintos. Os professos seguidores de Cristo não são mais um povo separado e peculiar. A linha de demarcação é imperceptível. O povo está-se subordinando ao mundo, às suas práticas, costumes e egoísmos. A igreja passou para o mundo, transgredindo a lei, quando o mundo devia passar para a igreja na obediência da mesma. Diariamente a igreja se está convertendo ao mundo.”
Parábolas de Jesus, páginas 315 e 316
O que tiramos desta mensagem? Desespero e culpa? Não! Mas sim a chance de confrontarmos nossas ações à luz da Palavra divina, e tomarmos uma atitude.
As mortais áreas cinzas
Como dito, o perigo para os professos filhos de Deus não está no mundanismo descarado, mas nas “áreas cinzas”. Estas são áreas em que não se tem a clara percepção de que algo é certo ou errado. É uma área em que cabe a racionalização, que é o aceitar o erro devido às justificativas para o mesmo. Exemplos:
“Mas se todo mundo está fazendo isso, então não deve ser errado”.
“Aqui todos são cristão, então está tudo bem”.
“A bíblia não é clara sobre isso, então não sei….”.
No entanto, Deus deixou claro: “que comunhão tem a luz com as trevas?” II Cor. 6:14.
Decidindo
Amigos, Deus nos deixou informação o suficiente para entendermos Sua vontade. Em Sua Palavra e no espírito de profecia, encontramos a expressa vontade de Deus. Temos como saber o que Ele deseja de nós. Temos que decidir sermos fiéis a Deus, em todo momento, em todo lugar. Nem tudo que nos é apresentado como inocente é correto. Devemos orar e pedir orientação a Deus em tudo. Quando o errado é apresentado no lugar do certo, quando todos fazem o que sabemos ser contra os princípios divinos, temos a escolha de nos posicionarmos do lado certo, e exercermos a fidelidade. Isso é muito importante, pois não podemos tomar o nome de Deus em vão. Não podemos dizer que somos de Deus, que O escolhemos, e agirmos e aprovarmos as coisas do mundo. Isso é incoerência, estaremos enganando a nós mesmos (e nos perdendo…eternamente). É impossível enganar a Deus. Ele sabe os motivos e razões de todas as nossas ações. Sabe quando escolhemos as práticas do mundo simplesmente porque é mais fácil ser levado por todos do que resistir… mas no fundo sabemos que é errado. Temos que decidir, em todo momento, a quem estamos seguindo, a quem estamos obedecendo.
Mas em tudo, Deus não nos desampara. Mais fácil é ‘o céu e a Terra passar’, do que Deus se esquecer de um de Seus filhos. Ao pecador arrependido, e que quer ser fiel, Ele estende Sua incomparável misericórdia: “não temas, porque eu sou contigo….eu te fortaleço, e te ajudo”…”com amor eterno te amei”…”o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (Is. 41:10 / Jer. 31:3 / Jo. 6:37).
Que Deus te proteja, abençoe e guarde.
Daniel Molica
(IASD Floresta)

Deixe um comentário