
Maria I (18 de Fevereiro 1516 – 17 de Novembro 1558) foi Rainha de Inglaterra e da Irlanda, da casa de Tudor, desde 19 de Julho de 1553 até à sua morte. É lembrada pela sua tentativa de restabelecer o Catolicismo como religião oficial, depois do movimento protestante iniciado nos reinados anteriores. Para tal mandou perseguir e executar cerca de 300 protestantes, o que lhe valeu o cognome Bloody Mary (Maria, a Sangüinária).
Entre os mortos por heresia estavam Thomas Cranmer (ex Arcebispo da Cantuária), Nicholas Ridley (ex-bispo de Londres) e o reformista Hugh Latimer.
Thomas Cranmer foi Arcebispo da Cantuária (1533-1556) durante os reinados de Henrique VIII e Eduardo VI. (portanto, durante mais de 20 anos). Em 21 de março de 1556, Thomas Cranmer foi trazido em procissão à Igreja de Santa Maria, em Oxford, onde ele foi forçado a fazer uma declaração pública afirmando seu arrependimento por ter se colocado contra a soberania Papal. Em vez disso, Cranmer denunciou a doutrina da Igreja Católica e o Papa, dizendo: “E sobre o Papa, eu o recuso, como inimigo de Cristo e Anticristo, com toda sua falsa doutrina.” Após isso, Cranmer foi levado à fogueira.

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