A Missa Católica e Seus Opositores
Na casa de meus pais sempre faltou pão de trigo. Não que fôssemos pobres, mas porque a padaria ficava na cidade, morávamos num belo sítio, a alguns quilômetros de distância, e o pão que comíamos era feito de milho. Em compensação tínhamos vinte e sete vacas leiteiras no curral e comíamos queijo em lugar de pão. Tanto que ainda hoje não gosto de pão e continuo comendo queijo puro no café da manhã e só como pão de trigo integral.
No dia de minha primeira comunhão (08/12/1937) achei estranho o gosto da hóstia e só não a cuspi porque não queria cometer um “sacrilégio”, visto como acreditava piamente que aquela bolachinha minúscula de trigo era o verdadeiro corpo do Senhor Jesus Cristo.
Os anos passaram. Como me tornei “Filha de Maria”, membro da “Ação Católica” e aluna de um bom colégio de freiras, continuei engolindo uma porção de hóstias, ao longo da vida, crente que aquilo era o corpo do meu Salvador Jesus. Até que, aos 48 anos de idade, depois de ler um Novo Testamento e Salmos da Trinitariana (que me foi presenteado por um gideão amigo), apaixonei-me pelos salmos e resolvi reduzir os 150 poemas da Escritura a apenas cinco, tomando um verso de cada salmo e compondo cinco salmos de 30 versos cada um. O trabalho ficou tão bonito que resolvi ler o resto do Novo Testamento e fiquei maravilhada com o que aprendi na Palavra de Deus. Decidi entregar minha vida ao Senhor Jesus Cristo e desde então tenho me sentido a pessoa mais feliz deste mundo (Ainda hoje prefiro uma Bíblia editada pela Trinitariana (a ACF) do que essas bíblias modernas que circulam por aí…)
Logo após a conversão a Cristo, comecei a escrever livrinhos focalizando a Bíblia para os remeter às clientes da minha linha de cosméticos, que era vendida para todo o Brasil. Não sei quantas almas ganhei para o Senhor, mas vou saber, quando acontecer a festa das Bodas do Cordeiro e meus filhos na fé me abraçarem…
Graças ao verdadeiro Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo, deixei de me confessar, de assistir à missa e de receber a hóstia, na crença de que aquela frágil bolachinha era o corpo do Senhor do universo! (Imaginem o corpo de Cristo sendo devorado por carunchos, após 48 horas de “repouso” no “sacrário!”)
Agora vamos falar sobre a missa, conforme tenho lido ao longo desses 26 anos de conhecimento da verdade que liberta do engodo religioso.
A missa celebrada nas igrejas católicas é um evento blasfemo. Conforme é explicado no vídeo “Catholicism: White Sepulcher Christianity“ (Catolicismo: o Sepulcro Caiado do Cristianismo), a missa é uma cerimônia de bruxaria realmente poderosa na tradição da magia branca. No século 7, os praticantes de magia negra tornaram-se cônscios de que a Igreja Católica havia criado na missa um ritual luciferiano muito poderoso, semelhante aos seus infames rituais de magia negra. Logo que ficou sabendo que os bruxos da magia negra conheciam a verdade sobre a missa, o Vaticano iniciou sua inquisição contra eles, no reinado do papa Teodoro (642-649) e começou a matar os “hereges” (“The Magic of Obelisks“, Peter Thompkins, p. 55)
Como um ex-iluminista da magia negra, Cisco Wheeler, admoesta: “A missa também abre um canal literalmente espiritual entre esta dimensão e o paranormal. Os demônios fluem através desse canal e em seguida “abençoam” os fiéis em geral, do mesmo modo como Benny Hinn e outros ministros da fé/prosperidade “abençoam” as pessoas, apontando o dedo para elas e em seguida atirando-lhes o suposto “fogo do Espírito” ou coisa equivalente. As estrelas do rock reviram as mãos em direção às pessoas que assistem aos seus shows e literalmente atiram-lhe demônios, a fim de que estes possam se apossar das pessoas que voluntariamente chegam para assistir os shows dos roqueiros. A Igreja de Roma ganha imenso poder sobre os seus membros através da missa diária, quando estes se tornam constantemente endemoninhados. O ex-satanista Doc Marquis, afirma, categoricamente, que o poder satânico inerente à missa só pode ser realizado quando o sacerdote diz as palavras em Latim. Quando a missa é celebrada em outra língua, o poder luciferiano decai tremendamente. Foi assim que a Igreja Católica conseguiu um grande poder, quando começou a celebrar a missa em Latim no ano 600 d.C.” (“Secrets of Romanism“, by Joseph Zacchello, p. 210). Isso quer dizer que aproximadamente 42 anos após ter a ICR começado a celebrar a missa em Latim, a inquisição sangrenta teve início, não parando até que 70 milhões de pessoas foram mortas (ou meio bilhão, segundo o ex-padre escritor – Dr. Aníbal Reis – costumava dizer). Isso é o bastante para deixar claro o poder da missa celebrada em Latim.
Nada moveu os reformadores a resistir ao papa e às doutrinas da ICR mais do que o falso ensino da Transubstanciação. A missa celebra a crucificação de Cristo sempre e sempre, contrariando de maneira violenta as instruções contidas nas Sagradas Escrituras (Epístola aos Hebreus). Leiam o conteúdo desta epístola e vejam como Deus proíbe a repetição do sacrifício de Cristo e como a missa impede o crente de alcançar a salvação eterna, pois Hebreus 6:6 diz ser impossível aos que “… recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o expõem ao vitupério” (Bíblia ACF).
Vamos ler agora o que o grande líder cristão irlandês, Dr. Ian Paisley, fala sobre a missa, citando grandes líderes do protestantismo.
“Os que podem entender o Inglês verão porque os reformadores classificavam a missa católica como o mais perigoso engodo, uma fábula blasfema. Cada padre católico romano afirma ter o poder de perdoar pecados ou de sacrificar Cristo novamente em seus altares, quando, em vez disso, ele tem grande necessidade de perdão para os seus próprios erros e heresias praticados nos altares. Contudo, conquanto essa perene heresia seja praticada milhões de vezes por ano, nenhum “erudito cristão” moderno tem a coragem de mencioná-la e muito menos de combatê-la. Aqui está o que Martinho Lutero tinha a dizer sobre a celebração da missa, que ele fazia antes de receber a luz da verdade: ´Se você foi um assassino, um adúltero, um bêbado, etc., eu fui um blasfemador contra Deus, pois durante 15 anos fui um frade que blasfemava contra Deus, ao celebrar o abominável e idólatra sacrifício da missa. Ter-me-ia sido melhor se eu tivesse participado de qualquer outra maldade em vez dessa. Mas não se pode voltar atrás… ´“(Martinho Lutero, “Talk Table”, p.115).
“É realmente triste constatar que os reformadores ingleses foram todos martirizados por causa da missa católica romana. Nenhum cristão verdadeiro deveria comparecer diante de um altar, quer esteja ele coberto de branco, vermelho, amarelo ou preto, ora bolas! A obra de Cristo foi absolutamente COMPLETA e não precisa de um homem pecador oficiando em altar nenhum, a fim de acrescentar sequer um centavo de valor à mesma. A missa católica celebrada nos altares é uma blasfêmia e em cada seguimento ela é tão maligna quanto qualquer “missa negra” que possa ser inventada”.
“O Bispo J. C. Ryle contou a experiência de renomados mártires ingleses, concluindo que todos foram queimados por terem se recusado a reconhecer a presença real de Cristo, corporal, local e materialmente, no pão e no vinho. Ele concluiu esta seção, declarando: ´Sempre que alguém se compraz em achar ou declarar a doutrina romana da presença real, quando levada até às suas legítimas conseqüências, obscurece cada doutrina principal do Evangelho, prejudicando e interferindo em todo o sistema da verdade de Cristo. Esse alguém rouba a bendita doutrina da obra completa de Cristo… Rouba a doutrina escriturística do ministério cristão. Exalta homens pecadores à posição de mediadores… Dá aos elementos sacramentais do pão e do vinho uma honra que jamais mereceram receber, praticando uma idolatria que deve ser abominada por todo cristão legítimo… Nem por um minuto posso duvidar que os nossos mártires reformadores viram e sentiram essas coisas mais claramente do que nós o fazemos… Em vez de admitir a doutrina da presença real no pão e no vinha, os reformadores da Igreja Anglicana SENTIAM-SE FELIZES POR SEREM QUEIMADOS!´” (Ryle, Ibid, p. 31).
“A blasfêmia da missa é simplesmente maligna. Como disse Ethelbert Bullinger, ela foi responsável pela morte de milhões de inocentes seres humanos. Essa blasfêmia é celebrada agora, de Nova York (USA) até Sidney (Austrália), do Rio de Janeiro (Brasil) até Riga (Letônia), e os cristãos ignorantes acham-na maravilhosa! Eles pensam que somente a missa negra dos satanistas é horrível. Não! Horrível também é a missa católica e sua prática tem acarretado a maldição e o julgamento de Deus sobre todos os que a assistem, em vez de bênçãos”. “Quando vão ser escritos livros sobre o adultério espiritual dos ministros famosos e dos tele-evangelistas que aparecem nas mesmas plataformas junto com os jesuítas e os monsenhores católicos romanos?´” (São estas algumas das declarações do Dr. Paisley e de outros renomados líderes cristãos a respeito da missa católica).
Mary Schultze, maio 2004 – Informações colhidas pela autora nos sites “The Cutting Edge” e “www.ianpaisley.org””
(alguns grifos acrescentados)


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